“O Mundo é Diferente da Ponte pra cá”

Manifestos Periféricos e a Música de Denúncia no Município de Parintins/AM

Autores

  • Isaías dos Santos1
  • Francisco Alcicley Vasconcelos Andrade
  • Noélio Martins3

Resumo

Os movimentos de contracultura sobrevêm numa crescente no objetivo de denunciar, ecoar as vozes de manifestação. Sobretudo através da arte, que se manifesta, desde os primórdios, como uma ferramenta promissora para que vozes ecoem. As grandes metrópoles se desenvolveram, passaram por grandes transformações, e em meio a tais processos cresceram os ambientes periféricos que compõem uma quantidade alta de território. A história, nas abordagens de Andrade (1980) e outros musicólogos, nos direciona que as periferias sempre existiram. Ali, negros, indígenas, escravos se refugiaram após o processo de colonização e muitos dos movimentos de contracultura sobrevieram de seus encontros culturais, dos choques de cultura. Mediante isso, nos dirigimos ao município de Parintins, a extremo leste do Estado do Amazonas. Um munícipio em desenvolvimento, conhecido como segundo Polo do Estado, e que possui em sua estrutura um modelo de cidade partida, dividindo o centro e a periferia. Dessa forma, investigamos aqui movimentos de contracultura mediante relatos de pessoas que os compõem e os compuseram a fim de elucidar a realidade periférica e social.

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Publicado

2022-05-27

Como Citar

dos Santos1, I. ., Vasconcelos Andrade, F. A. ., & Martins3, N. . (2022). “O Mundo é Diferente da Ponte pra cá”: Manifestos Periféricos e a Música de Denúncia no Município de Parintins/AM. Revista Eletrônica Mutações, 14(22), 83–95. Recuperado de //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/relem/article/view/10653