Avisos

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  • Convocatoria para presentación de artículos Revista Decifrar Vol 14, Nº 29 (2026): Dossier: La novela africana escrita por mujeres

    2026-01-24

    Dossier: La novela africana escrita por mujeres

     

    Organizadoras:

    Adriana Cristina Aguiar Rodrigues (PPGL-UFAM/PPGLA-UEA)

    https://orcid.org/0000-0002-2192-9981

    http://lattes.cnpq.br/9278740455853968

     

    Catarina Martins (Universidade de Coimbra)

    https://orcid.org/0000-0002-4317-9835

    https://www.cienciavitae.pt/portal/2016-0FA0-841C

     

    Daiana Nascimento dos Santos (Universidad de Playa Ancha)

    https://orcid.org/0000-0002-5210-5475

    https://lattes.cnpq.br/3975964906565734

     

    La producción literaria africana producida por mujeres, debido a condicionamientos políticos, culturales y de género, se consideró durante mucho tiempo incipiente. Una realidad fuertemente crítica en el periodo imperialista-colonial, que excluía a la gran mayoría de las mujeres del acceso a la educación y al mercado editorial, puede considerarse que, en el periodo posterior a la independencia, muy lentamente, hubo una ligera modificación de este marco general de exclusión. Si miramos el mercado editorial brasileño, por ejemplo, notamos un aumento en el número de autores en los diferentes catálogos, ya sea de escritores que viven en África o en una situación de diáspora. Estas publicaciones no siempre se centran en escritores que han empezado a publicar recientemente. En algunos casos, se reanudan obras fundamentales de la literatura africana, como ocurre con la novela Uma carta tão longa, de la senegalesa Mariama Bâ, cuya edición princeps data de 1979, pero que solo se publicó en Brasil en 2023, por la editorial Jandaíra. 

    En el caso del género de la novela, el acceso al mercado editorial es aún más restringido, aunque también se ha ido expandiendo. La imagen prometedora suele asociarse con situaciones de diáspora, en las que escritores, actualmente residentes en Europa o Estados Unidos, acceden al mercado editorial fuera de sus países de origen, logrando éxito en casos de legitimación (Bourdieu, 1993) y, a partir de esto, llegan a otros espacios de circulación de sus obras, con traducciones que ocurren, En algunos casos, rápidamente. Tomemos, por ejemplo, la novela africana contemporánea Fique comigo, de la galardonada escritora nigeriana Ayòbámi Adébáyò, publicada originalmente en 2017 por Canongate Books en el Reino Unido y, en 2018, por Alfred A. Knopf en Estados Unidos. Ese mismo año, fue publicado por HarperCollins en Portugal y Brasil, junto con una publicación especial de TAG Inéditos.

    Teniendo en cuenta este escenario, la revista Decifrar, vinculada al Programa de Posgrado en Letras de la Universidad Federal de Amazonas, invita, a través de esta convocatoria, a los investigadores a presentar textos que traten sobre la novela africana escrita por mujeres, contemporáneas o no. En este corte, se pueden considerar autores residentes en África o aquellos de origen africano en una situación de diáspora. Los enfoques comparativos, teniendo en cuenta los diferentes contextos lingüísticos, culturales y políticos en África, o los enfoques comparativos entre novelistas africanos y no africanos son muy bienvenidos. También relevantes, ya que nos permiten conocer más ampliamente los diferentes contextos y características de la producción novelística africana por mujeres, análisis críticos que tratan temas y formas de narrativas, así como escenarios de producción y circulación de novelas y sus autores.

     

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  • Chamada para Publicação Vol 14, Nº 29 (Jan-Jun/2026): O romance africano de autoria feminina

    2026-01-22

    Dossiê: O romance africano de autoria feminina

     

    Organizadoras:

    Adriana Cristina Aguiar Rodrigues (PPGL-UFAM/PPGLA-UEA)

    https://orcid.org/0000-0002-2192-9981

    http://lattes.cnpq.br/9278740455853968

     

    Catarina Martins (Universidade de Coimbra)

    https://orcid.org/0000-0002-4317-9835

    https://www.cienciavitae.pt/portal/2016-0FA0-841C

     

    Daiana Nascimento dos Santos (Universidad de Playa Ancha)

    https://orcid.org/0000-0002-5210-5475

    https://lattes.cnpq.br/3975964906565734

     

    A produção literária africana de autoria feminina, em razão de condicionamentos políticos, culturais e de gênero, foi, por muito tempo, tida como incipiente. Realidade fortemente crítica no período imperialista-colonial, que excluiu a grande maioria das mulheres do acesso à educação e ao mercado editorial, pode-se considerar que, no período pós-independência, muito lentamente, passou-se a uma discreta modificação desse quadro geral de exclusão. Se observarmos o mercado editorial brasileiro, por exemplo, notamos uma ampliação do quadro de autoras nos diferentes catálogos, seja de escritoras residindo em África, seja em situação de diáspora. Tais publicações nem sempre têm como foco escritoras que passaram a publicar recentemente. Em alguns casos, nota-se a retomada de obras fundamentais das literaturas africanas, como é o caso do romance Uma carta tão longa, da senegalesa Mariama Bâ, cuja edição princeps data de 1979, mas que só foi publicado no Brasil em 2023, pela editora Jandaíra. 

    No caso do gênero romance, o acesso ao mercado editorial se revela ainda mais restrito, embora também venha se expandindo. O quadro promissor, não raramente, associa-se a situações de diáspora, em que escritoras, residindo atualmente na Europa ou nos Estados Unidos, conquistam o acesso ao mercado editorial fora de seus países de origem, obtendo sucesso em instâncias de legitimação (Bourdieu, 1993) e, a partir disso, alcançam outros espaços de circulação de suas obras, com traduções que ocorrem, em alguns casos, de forma célere. Veja-se, por exemplo, o romance africano contemporâneo Fique comigo, da premiada escritora nigeriana Ayòbámi Adébáyò, publicado originalmente em 2017 pela Canongate Books, no Reino Unido, e, em 2018, pela Alfred A. Knopf, nos Estados Unidos. No mesmo ano, foi publicado pela HarperCollins em Portugal e no Brasil, juntamente com uma publicação especial pela TAG Inéditos.

    Considerando esse quadro, a Revista Decifrar, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Amazonas, convida, por meio da presente chamada, pesquisadores e pesquisadoras a submeterem textos que versem sobre o romance africano de autoria feminina, contemporâneo ou não. Pode-se considerar, nesse recorte, autoras residentes em África ou aquelas de origem africana em situação de diáspora. Abordagens comparadas, considerando os diferentes contextos linguísticos, culturais e políticos em África, ou abordagens comparadas entre romancistas africanas e não africanas são muito bem-vindas. Também são relevantes, na medida em que nos permitem conhecer de forma mais ampla os diferentes contextos e características da produção romanesca africana de autoria feminina, análises críticas que versem sobre temas e formas das narrativas, bem como sobre cenários de produção e circulação dos romances e de suas autoras.

     

    Período de Submissão: 15/02/2026 a 30/05/2026

    Fechamento do Número: 30/06/2026

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  • Aviso!

    2025-01-03

    Importante! Neste ano de 2025 a revista Decifrar não receberá mais submissão de artigos para a Seção Temas Livres , assim como textos de escrita criativa. A abertura para novas submissões nessa seção ocorrerá somente em 2026/2. A seção Varia deixa de existir em 2026, sendo assim, entrevistas e resenhas devem ser submetidas na seção Temas Livres. Os artigos submetidos até 12/03/2025, entrarão, caso sejam aprovados, nos próximos números

    O e-mail institucional da revista já está funcionando.

    Agradecemos a compreensão

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