Atlas Linguístico do Amazonas – ALAM
natureza de sua elaboração, resultados e perspectivas
Palabras clave:
geofrafia linguística, dialectologia, sociolinguística, atlas linguísticoResumen
The Linguistic Atlas of the Amazon – ALAM – registers in 107 phonetic maps and 150 semantic-lexical maps the speech of nine communities representing nine micro-regions of the state of Amazonas: Barcelos, Tefé, Benjamin Constant, Eirunepé, Lábrea, Humaitá, Manacapuru, Itacoatiara and Parintins. Developed within a geographic linguistic perspective, it is the first linguistic atlas to control in a systematic way the age range variable. The locations were selected based upon social, historical, political and cultural criteria, taking into consideration the suggestions made by Antenor Nascentes (1958) as well as the recommendations from the Brazilian Linguistic Atlas Project – ALiB.
Descargas
Citas
AGUILERA, Vanderci de A. Atlas Linguístico do Paraná. Curitiba: Imprensa Oficial do Estado do Paraná, 1994. v. 1.
______. (Org.). A Geolinguística no Brasil: caminhos e perspectivas. Londrina: Editora da Universidade Estadual de Londrina, 1998.
______; MILANI, Gleidyi Aparecida; MOTA, Jacyra Andrade (Org.). Projeto Atlas Linguístico do Brasil – ALiB. Documentos. Salvador: ILUFBA; EDUFBA, 2003.
ALVAR, Manuel. Estructuralismo, geografia lingüística y dialectología actual. 2. ed. Madrid: Gredos, 1973.
AMARAL, Amadeu. O dialeto caipira. São Paulo: Hucitec/Secretaria de Cultura, Ciência e Tecnologia, 1976.
ARAGÃO, Maria do Socorro S.; MENEZES, Cleuza P. B. de. Atlas Linguístico da Paraíba. Brasília: UFPB/CNPQ, 1984. v. 3.
BENCHIMOL, Samuel. Amazônia – Formação Social e Cultural. Manaus: Valer; Editora Universidade do Amazonas, 1999.
BRANDÃO, Silvia F. A geografia linguística do Brasil. São Paulo: Ática, 1991.
______. Rede de localidades para a elaboração de um atlas linguístico nacional: considerações iniciais. Seminário: caminhos e perspectivas para a geolinguística no Brasil. Salvador: UFBA, 1996.
CALLOU, Dinah. Caminhos e perspectivas da dialectologia e da sociolinguística no Brasil: variação e ensino. In: Diversidade Linguística no Brasil. João Pessoa: Ideia, 1997.
CORRÊA, Hydelvídia Cavalcante de. O falar do caboco (Aspectos fonético-fonológicos e léxico-semânticos de Itacoatiara e Silves). Dissertação de Mestrado em Letras: Língua Portuguesa, PUC/RJ, 1980.
CUNHA, Celso. Língua portuguesa e realidade brasileira. 3. ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1972.
ELIA, Sílvio. O problema da língua brasileira. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 1961.
MARROQUIM, Mário. A língua do Nordeste. São Paulo: Nacional, 1945.
MONTEIRO, Mário Ypiranga. História da cultura amazonense. Manaus: Editora da Universidade do Amazonas, 1998. v. 2.
NASCENTES, Antenor. O linguajar carioca em 1922. Rio de Janeiro: Sussekind de Mendonça & Comp., [s. d.].
______. Bases para a elaboração de um atlas linguístico do Brasil. Rio de Janeiro: Ministério de Educação; Casa de Rui Barbosa, 1961. v. 1; 1958. v. 2.
NORONHA, Marconde C. de. O espaço geográfico do Amazonas. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1996.
POP, Server. La dialectologie: aperçu historique et méthodes d’enquêtes linguistiques. Louvain: Chez l’auteur, 1950.
RAZKY, Abdelhak (Org.). Estudos Geo-Sociolinguísticos no Estado do Pará. Belém, 2003.
______. et al. Atlas linguístico sonoro do Pará (ALISPA). Belém: Capes/UFPA/UTM, 2004.
ROSSI, Nelson. Atlas prévio dos falares baianos. Rio de Janeiro: MEC; INL, 1963. v. 1.
SILVA-CORVALAN, C. Sociolinguística. Teoria y análisis. Alhambra, Madri, 1988.
SILVA NETO, Serafim. Introdução ao estudo da língua portuguesa no Brasil. 5. ed. Rio de Janeiro: Presença; Brasília: INL, 1986.
______. Guia para estudos dialectológicos. 2. ed. Belém: Conselho Nacional de Pesquisas; Inpa, 1957.
TEYSSIER, Paul. História da Língua Portuguesa. Trad. de Celso Cunha. Lisboa: Sá da Costa, 1982.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2012 Maria Luiza de Carvalho Cruz

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
A Somanlu: Revista de Estudos Amazônicos faz uso de licença Creative Commons de atribuição (CC BY 4.0)


