A relação entre indivíduos com transtornos mentais e o sistema prisional brasileiro na atualidade

Autores

Palavras-chave:

Sistema Prisional Brasileiro; Saúde Mental; Ressocialização; Direitos Humanos; Execução Penal.

Resumo

A relação entre o sistema prisional brasileiro e a psiquê tem sido aprofundada, dada a precariedade que se revela um círculo vicioso. Este estudo investigou a conexão entre o cuidado em saúde mental na sociedade, o respeito aos direitos humanos dos encarcerados e a influência da insalubridade prisional na reincidência e ressocialização. A metodologia consistiu em uma revisão integrativa de artigos científicos, focada no Direito Penal, execução penal e tutela dos direitos fundamentais de pessoas com transtornos mentais privadas de liberdade. As fontes primárias foram artigos de periódicos indexados nas bases SciELO, Scopus, CAPES Periódicos, Redalyc e Google Acadêmico. Os resultados apontaram que a precariedade e a superlotação amplificam os transtornos mentais, elevando em mais de 66% o risco à saúde mental. 37% das detentas analisadas apresentaram sintomas significativos de estresse. Concluiu-se que o sistema punitivista falha na ressocialização. Em suma, o sistema prisional brasileiro é deficiente no que tange à saúde mental dos encarcerados. As condições atuais estão aquém de promover a reabilitação e ressocialização, além de causarem ou agravarem quadros clínico-mentais preexistentes.

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Biografia do Autor

Eduardo Kanichi Takahara Golin, Universidade Federal do Amazonas

Graduando em Direito pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Estudante de Iniciação Científica na área de Psicologia Jurídica, vinculada à Universidade Federal do Amazonas (UFAM). E-mail: eduardo.golin@ufam.edu.br. Brasil. ORCID iD: https://orcid.org/0009-0003-1681-7541.

Rayssa Almeida de Oliveira, Universidade Federal do Amazonas

Graduanda em Direito pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Estudante de Iniciação Científica na área de Psicologia Jurídica, vinculada à Universidade Federal do Amazonas (UFAM). E-mail: rayssa.almeida@ufam.edu.br Brasil. ORCID iD: https://orcid.org/0009-0002-5341-1383.

Maria Fernanda Martins Castilho, Universidade Federal do Amazonas

Graduanda em Direito pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Estudante de Iniciação Científica na área de Psicologia Jurídica, vinculada à Universidade Federal do Amazonas (UFAM). E-mail: maria.castilho@ufam.edu.br. Brasil. ORCID iD: https://orcid.org/0009-0001-5264-7792

Maria Clara Rodrigues Campinho, Universidade Federal do Amazonas

Graduanda em Direito pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Estudante de Iniciação Científica na área de Psicologia Jurídica, vinculada à Universidade Federal do Amazonas (UFAM). E- mail:mariaclara.r.campinho@gmail.com. Brasil. ORCID iD: https://orcid.org/0009-0009-9659-6585

Gustavo Richard Carvalho Souto, Universidade Federal do Amazonas

Graduando em Direito pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Estudante de Iniciação Científica na área de Psicologia Jurídica, vinculada à Universidade Federal do Amazonas (UFAM). E-mail: gustavo.souto@ufam.edu.br. Brasil. ORCID iD: https://orcid.org/0009-0002-8506-7396.

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Publicado

2025-11-28

Edição

Seção

Artigos