REVISTA GEONORTE
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte
<p>A <em><strong>Revista Geonorte</strong></em>, do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFAM, possui o Identificador Internacional de Objeto Digital – <strong><em>Digital Object Identifier</em></strong> (<strong>DOI</strong>). Avaliada pelo <strong>Qualis Capes</strong> como <strong>A3 em Geografia (2017-2020)</strong> e no extrato<strong> A2 (2021-2024).</strong></p> <p>A <strong>Revista Geonorte</strong> é uma revista eletrônica do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Amazonas que tem por finalidade publicar e divulgar trabalhos de cunho geográfico e de áreas correlatas. Os trabalhos de cunho geográficos compõem um conjunto de temas específicos da <strong>Geografia Física e Geografia Humana</strong> e áreas técnicas <strong>(Cartografia e Geoprocessamento</strong>) além de aspectos eminentemente associados à epistemologia do saber geográfico, como aqueles onde a interdisciplinaridade das áreas afins da Geografia se faz presente.</p> <p>A forma de publicação é semestral/fluxo contínuo, onde os trabalhos submetidos são avaliados por pareceristas que atuam na área de conhecimento em que o manuscrito foi encaminhado.</p> <p>O conselho editorial da Revista é compostos por profissionais de diversas áreas dentro de Geografia e áreas afins, que atuam em Universidades de todas regiões do Brasil e em universidades do exterior.</p> <p><strong>Política de acesso livre</strong></p> <p>Esta revista possui acesso aberto e todo seu o conteúdo está disponível gratuitamente. Os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir e usar os artigos sem necessidade de permissão prévia do editor ou autor.</p> <p><strong>Atualmente a Revista Geonorte está indexada na seguintes bases: </strong></p> <p>Latindex, Directory Of Open Acess Journal, Diadorim, Livre, Sumários.org, Base, Google Acadêmico, CiteFactor, EZ3, General Impact Factor, Cross Ref, Ibicit oasisbr, OCLC WorldCat, Scientific Indexing Service, TIB, WorldWideScience <em>Alliance</em>, Journal Factor, Redib, DRJI, Eurasian Scientific Journal Index, Academic Resource Index, Cosmo Impact Factor, ISI.</p> <p><strong>DOI</strong> 10.21170</p>Universidade Federal do Amazonaspt-BRREVISTA GEONORTE2237-1419<p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:<br><br></p> <ol type="a"> <ol type="a"> <li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ol> </ol> <p> </p> <ol type="a"> <ol type="a"> <li>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ol> </ol> <p> </p> <ol type="a"> <li>Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li> </ol>VARIABILIDADE TEMPORAL DO FLUXO DE ELEMENTOS-TRAÇO BIOLOGICAMENTE ESSENCIAIS NA BACIA DO RIO NEGRO – AM
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16151
<p><strong>E</strong>ste artículo presenta los resultados de un estudio realizado en la cuenca hidrográfica del Río Negro, cuya área de drenaje es de aproximadamente 719.000 km². Este río es considerado el sexto más grande del mundo en volumen de agua y el segundo mayor afluente del río Amazonas, contribuyendo con cerca del 15% del agua que el Río Amazonas vierte en el Océano Atlántico. El estudio buscó caracterizar esta cuenca en cuanto a la variabilidad temporal del flujo de elementos traza biológicamente esenciales (Co, Cu, Fe, Mg, Mn, Mo y Zn). Para ello, se utilizó la base de datos del Programa Hybam, en el período comprendido entre los años 2003 a 2018, en las estaciones hidrométricas de Serrinha, en el Río Negro, y Caracaraí, en el Río Branco. Del análisis temporal se obtuvieron las concentraciones de los elementos traza, donde la estación de Caracaraí reveló las mayores concentraciones. Sin embargo, al analizar el flujo de elementos, los resultados se invirtieron, mostrando la estación de Serrinha valores mayores que Caracaraí, explicado principalmente por el hecho de que la descarga líquida de Serrinha es mayor que en Caracaraí. En cuanto a los parámetros físico-químicos, demostraron estar influenciados por los regímenes hidrológicos. Por lo tanto, este estudio indicó una variación temporal de los parámetros estudiados.</p> <p><strong>Palabras clave</strong>: Río Negro; Ciclo Hidrológico; Geoquímica.</p>Leylane LimaNaziano Pantoja Filizola JúniorBruna Gabriella Matheus de Souza Vaz MoraNayara Pinheiro DinizEdnaldo Bras Severo
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.69.97Análisis de la Variabilidad y Tendencia de la Precipitación en el Estado de Pará, Brasil (1982-2022)
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16700
<p>Este estudio tuvo como objetivo analizar la distribución, el comportamiento, la variabilidad y la tendencia de la precipitación en el estado de Pará, Brasil, utilizando series históricas de datos de precipitación total anual y mensual proporcionados por el Global Precipitation Climatology Centre (GPCC) para un período de 41 años (1982 a 2022). El análisis estadístico incluyó medidas de tendencia central, dispersión y percentiles, seguido de la aplicación de pruebas no paramétricas: Mann-Kendall (MK), Spearman y Sen’s Slope, todas con un nivel de confianza del 95%. Los resultados revelaron que la precipitación media anual en el estado de Pará varió entre 2,433.3 mm y 1,617.8 mm, con un promedio de 2,087.8 mm. Se observó variabilidad estacional en el régimen de precipitación, con un período lluvioso de diciembre a mayo, siendo marzo el mes más lluvioso, con volúmenes superiores a 330 mm, y un período menos lluvioso de junio a noviembre, con agosto presentando volúmenes inferiores a 52 mm. Las pruebas no paramétricas aplicadas indicaron que las tendencias observadas en las series de precipitación anual eran inconsistentes y no significativas, tanto en dirección positiva como negativa, al nivel de significancia del 5% (α = 0.05). Estos hallazgos sugieren que la precipitación anual en el estado de Pará no presenta cambios significativos a lo largo del tiempo, destacando la necesidad de una gestión adecuada de los recursos hídricos en la región, considerando su variabilidad.</p>Diego Lima CrispimSamara Avelino de Souza FrançaMaria de Nazaré Alves da SilvaRafael Estumano LealAndreza Lima Mello Sheyla Cristina Silva de Almeida Brasil
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.285.309VULNERABILIDADES EM MOVIMENTO
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17706
<p>A pandemia de Covid-19 impactou globalmente a mobilidade humana, agravando vulnerabilidades preexistentes entre migrantes. No Brasil, a crise sanitária coincidiu com um fluxo migratório significativo de venezuelanos, especialmente para Manaus, capital do Amazonas, um dos epicentros da pandemia. Este estudo investiga as condições de moradia e trabalho dos migrantes venezuelanos em Manaus durante a pandemia, analisando como esses fatores influenciaram sua vulnerabilidade social e sanitária. A pesquisa baseia-se em abordagem qualitativa, com entrevistas semiestruturadas realizadas com 13 migrantes venezuelanos entre 2021 e 2023. Os dados foram tratados por meio de análise de conteúdo, considerando as dimensões da vulnerabilidade social e programática. Os resultados apontam que a ausência de rede de apoio e a precarização do trabalho dificultaram a adesão às medidas sanitárias. A insegurança habitacional agravou o risco de contágio, e a informalidade no emprego expôs os migrantes a jornadas exaustivas sem direitos trabalhistas. Além disso, o medo da discriminação e a barreira linguística restringiram o acesso aos serviços de saúde. A pandemia exacerbou as desigualdades estruturais enfrentadas pelos migrantes, tornando-os mais vulneráveis a despejos, adoecimento e precarização laboral. Esses achados reforçam a necessidade de políticas públicas que garantam segurança habitacional, proteção social como formas de promover o acesso à saúde.</p> <p> </p>Fabiane Vinente dos SantosAdrielly Souza Silva e SilvaCassio SilveiraDenise Martin Coviello
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.190.205 CORRELAÇÃO ENTRE MOVIMENTOS DE MASSA E PLUVIOSIDADE NAS ÁREAS DE RISCO DO MACIÇO DE JABURUNA, VILA VELHA – ES
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16222
<p>El Maciço de Jaburuna en Vila Velha, Espírito Santo, es una región de laderas densamente ocupada que ha sido afectada a lo largo de los años por episodios frecuentes de movimientos de masa ocasionados por lluvias intensas, causando trastornos para su población e infraestructuras, configurándose como un área desafiante para las políticas de Protección y Defensa Civil y Reducción de Riesgo de Desastres (RRD). El presente artículo se propuso desarrollar un estudio de correlación entre movimientos de masa y pluviosidad, con el fin de proporcionar parámetros para subsidiar la elaboración de un sistema de alertas anticipado para dicha área. El análisis de los resultados del estudio indicó que los intervalos de 6h, 24h y 96h tienen mayor influencia en la deflagración de deslizamientos. Se destaca que para las lluvias de gran intensidad y corta duración, el análisis sugiere que pueden provocar movimientos de masa independientemente del volumen previo acumulado. Los valores mínimos observados para la ocurrencia de eventos geológicos fueron de 22,99 mm/6h, 39,22 mm/24h y 53,63 mm/96h, definidos como umbrales de monitoreo para niveles de observación. Los valores por encima de 39,22 mm/6h; 39,22 mm/24h y 58,08 mm/96h fueron definidos como umbrales para niveles de atención. Como umbrales para niveles de alerta, se establecieron los valores por encima de 93,91 mm/6h; 111,23 mm/24h y 132,05 mm/96h.</p>Fernando de Almeida FelixAntonio Celso de Oliveira GoulartAna Christina Wigneron GimenesBartolomeu ZamprognoAlessandro José Queiroz Sarnaglia
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.242.270DINÂMICA ESPACIAL DOS FOCOS DE QUEIMADAS NO MUNICÍPIO DE BARREIRAS-BA ATRAVÉS DE SATÉLITES POLARES E GEOESTACIONÁRIOS
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17696
<p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">O mapeamento de queimadas é essencial para entender a extensão e frequência dos incêndios em uma determinada região, assim como implementar estratégias eficazes de prevenção e resposta. Nesse sentido, esse trabalho tem por objetivo realizar análise espaço-temporal da dinâmica dos focos de queimadas no município de Barreiras – BA, através de satélites polares e geoestacionários, e correlaciona-los com variáveis meteorológicas. Os dados utilizados foram obtidos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (BDQ/INPE,) período de 2013 a 2023, e na PCD (Plataforma de Coleta de Dados Automática) Barreiras. A estimativa de densidade Kernel, estatística e regressões lineares, utilizou-se na correlação dos focos de queimadas com variáveis meteorológicas (temperatura do ar e umidade relativa do ar). No período analisado identificamos 2.124 focos, com média anual de 193, sendo os anos de 2022 e 2023 com as maiores concentrações, 317 e 298, respectivamente, representando 28,95% do total de focos no período. A maior densidade espacial (focos/km²) verificou-se nas áreas centrais do município, e com predominância na porção norte, possivelmente devido às condições ambientais favoráveis à agricultura. A umidade relativa do ar e a temperatura do ar, destacaram-se com maior contribuição na ocorrência dos focos de queimadas no município, evidenciando coeficientes de determinação (R² = 0,78) e 0,38, respectivamente, enquanto a precipitação apresentou a menor correlação (R² = 0,23). Os resultados encontrados poderão subsidiar informações para criação de banco de dados, que auxiliará no controle e na prevenção das perdas ambientais, decorrentes do descontrole do fogo. </span></p>Georje Lincon de Castro OliveiraElvis MoreiraFabio Corrêa Alves
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.15.N.55.310.329DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO DE RISCO PARA A GESTÃO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS NO CEARÁ, BRASIL
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17824
<p class="referenciasbibliograficas" style="margin-bottom: 6.0pt; text-indent: 0cm; line-height: normal;"><span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt; color: black;">Este estudo desenvolveu um modelo de risco para a gestão de incêndios florestais no estado do Ceará, Brasil, usando ferramentas de Sistemas de Informações Geográficas. O modelo integra oito variáveis físicas e climáticas, como precipitação, temperatura, evapotranspiração potencial, inclinação, orientação do terreno, cobertura da terra, proximidade de estradas e altitude. Esses fatores foram ponderados de acordo com sua contribuição para o risco de incêndio, sendo a precipitação (30,7%), a temperatura (21,82%) e a evapotranspiração potencial (19,13%) as variáveis mais influentes. A validação do modelo foi realizada usando dados históricos sobre focos de calor obtidos do FIRMS (2001-2024), mostrando que 75,79% dos focos de calor ocorreram em áreas classificadas como de risco moderado, alto e muito alto. Apesar disso, foram identificadas discrepâncias em 24,21% dos casos, atribuíveis principalmente a fatores socioeconômicos e atividades humanas não consideradas. Os resultados indicam que aproximadamente 54,92% do território do Ceará apresenta risco alto ou muito alto (≈81111,30 km²), com áreas críticas concentradas em regiões como Quixadá e Fortaleza. Essas zonas coincidem com regiões próximas a estradas principais e áreas urbanizadas, ressaltando a importância da atividade antropogênica na ocorrência de incêndios. Essa análise melhora a precisão espacial e metodológica ao incorporar mais variáveis e uma resolução detalhada (30 m). Esse modelo é uma ferramenta valiosa para o planejamento territorial e a tomada de decisões, permitindo a priorização de estratégias de prevenção e mitigação em áreas de maior risco. Estudos futuros poderiam aprimorar ainda mais o modelo com a inclusão de fatores socioeconômicos.</span></p>Mauricio Alejandro Perea Ardila
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.346.367 VARIABILIDADE TEMPORAL E ESPACIAL DA EROSIVIDADE DAS CHUVAS NO ESTADO DE GOIÁS SEGUNDO TRÊS MODELOS
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16165
<p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">Atualmente a Equação Universal de Perda de Solos (USLE), desenvolvida por Wischmeier e Smith (1978) é considerado um método eficiente e de relativo baixo custo para predizer as perdas que um solo sofrerá em função de diferentes manejos, práticas conservacionistas, e sob diferentes condições edafoclimáticas, sendo um indicativo direto da sustentabilidade de um sistema produtivo. O fator erosividade (R) é uma das variáveis que compôem o modelo da USLE e expressa a capacidade ou potencial erosivo de uma chuva, sendo seu valor definido pelo índice EI30. Este trabalho teve como objetivo testar e avaliar para o estado de Goiás três métodos distintos de estimativa do EI30 propostos por Morais et al. (1991), Lombardi Neto e Moldenhauer (1992) e Silva et al. (1997), e verificar se houve mudanças significativas do valor da erosividade da chuva entre 1985 e 2017. Observou-se que tanto os valores de precipitação quanto de erosividade variaram ao longo dos 33 anos em um percentual da ordem de 9,3%, valor este considerado “baixo” segundo a classificação proposta por Pimentel-Gomes (1985).</span></p>DIOGO SILVA PENANILSON CLEMENTINO FERREIRAALISSON NEVES HARMYANS MOREIRA
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.206.228MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO DE INUNDAÇÃO NA SEDE DO MUNICÍPIO DE ALTAMIRA-PA
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17682
<p>O aquecimento global vem gerando eventos climáticos intensos que se agravam ao decorrer dos anos devido ao uso e ocupação do solo. Assim, em diversas cidades torna-se mais comum a ocorrência de catástrofes ambientais como inundações. Frente a isso, surge a necessidade de resiliência urbana para melhorar a qualidade de vida da sociedade. O objetivo da pesquisa foi realizar o mapeamento das áreas de risco de inundação na sede do município de Altamira/PA. Para isso, foi feito um levantamento bibliográfico e documental, obtendo dados e informações sobre o histórico de inundações da área de estudo, seguido da elaboração do HAND Model (Height Above the Nearest Drainage Model/Modelo de Altura Acima da Drenagem Mais Próxima) com uso de imagem do satélite Alos Palsar de resolução espacial de 12,5 m, que posteriormente compôs mapas em 5 classificações de risco para sua interpretação. Para isso, foram utilizados os softwares HAND Model e QGIS. Logo, os mapas com o HAND acusaram que os bairros mais afetados estão nas adjacências do centro e na região ao nordeste da cidade, se fazendo necessário dedicá-los maior atenção pelo poder público para tomada de decisões relacionada a prevenção e controle de inundações. Ademais, mesmo que o HAND Model possua limitações mostrou que seu uso foi eficaz no delineamento de manchas de risco de inundação, o que pôde ser observado por meio de sua validação por meio de registros históricos de inundações na área urbana de Altamira. Entretanto, cabem novos estudos para melhorar a sua acurácia conciliando dados mais precisos, somado a outros elementos que interfiram na dinâmica de eventos de inundações locais.</p>Anderson Eudoxio AraujoJorge Fernando Hungria FerreiraJuliane da Costa CavalcanteAna Karina Moreyra
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.98.129INDICADORES DE ADAPTAÇÃO AOS EFEITOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NOS MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17722
<p>Projeções indicam que a Bacia Amazônica enfrentará impactos variados devido às mudanças climáticas, com alterações significativas na temperatura, umidade e precipitação ao longo de toda a região. Dado que algum grau de impacto é inevitável, é crucial implementar ações de adaptação. Essas medidas devem ser aplicadas pela gestão municipal, que conhece os riscos e vulnerabilidades locais. O principal desafio das gestões municipais é a falta de informações. Este trabalho visa analisar o potencial de adaptação dos municípios da Mesorregião Metropolitana de Belém (MMB), fornecendo informações específicas a nível local. A metodologia foi aplicada em 11 municípios da MMB (Belém, Castanhal, Barcarena, Ananindeua, Marituba, Benevides, Bujaru, Santa Izabel do Pará, Santo Antônio do Tauá, Inhangapi e Santa Bárbara do Pará). Foram analisados 28 indicadores divididos em 5 dimensões (Habitação, Mobilidade Urbana, Agricultura Sustentável, Gestão Ambiental e Resposta aos Impactos Climáticos). Esses indicadores compõem o Índice de Adaptação Urbana (UAI). Foram realizadas correlações espaciais com o Índice de Moran e correlações estatísticas do UAI com PIB (Produto Interno Bruto) e IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal). O resultado geral do UAI mostra quatro municípios com resultado Bom (Belém, Castanhal, Barcarena e Ananindeua), três com resultado Regular (Marituba, Benevides e Bujaru) e quatro com resultado Ruim (Santa Izabel do Pará, Santo Antônio do Tauá, Inhangapi e Santa Bárbara do Pará). Observou-se que o UAI apresenta melhores resultados em municípios mais desenvolvidos e populosos, como Ananindeua, Barcarena e Belém, com UAI médios de 0,75; 0,75 e 0,67, respectivamente. Os resultados destacam a necessidade de que a adaptação às mudanças climáticas seja medida não apenas pela existência de instrumentos de gestão, mas também pela aplicação eficaz desses instrumentos nos municípios.</p>Lorena AmorimMilena Marília Nogueira de AndradeCarolina GonçalvesPedro Campos
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.160.189ASSOCIATIVISMO LOCAL E O ÊXITO FEMININO NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE 2020 NO BRASIL
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16127
<p><span class="TextRun SCXW99733927 BCX0" lang="ES-ES" xml:lang="ES-ES" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW99733927 BCX0">El presente estudio tiene como objetivo comprender si las asociaciones locales influyeron en el éxito electoral de los candidatos, para los cargos de concejal y alcalde, en las elecciones municipales de 2020, en municipios brasileños con un tamaño demográfico pequeño (hasta 15 mil habitantes) y con un bajo índice municipal. Índice de Desarrollo Humano (IDHM). Para ello, estos municipios fueron seleccionados de las bases de datos del Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE) y del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), totalizando 747. De la base de datos del Instituto de Investigaciones Económicas Aplicadas (IPEA), el Se identificaron las respectivas asociaciones formalmente registradas y activas en las áreas de asistencia social, religión, educación y salud, referenciadas en la literatura por tener mayor participación femenina. La medida de correlación de Spearman se calculó entre el número de concejales y el número de alcaldes electos en 2020, y entre estos y el número de asociaciones formales vinculadas a mujeres. Los resultados obtenidos indican correlaciones débiles (rho de Spearman ≈ 0 y valor p > 0,05) para todos los pares probados, es decir, no se observó correspondencia entre el éxito electoral de las alcaldesas y concejalas, y viceversa, así como, en general, el número de estas organizaciones civiles no está relacionado con el éxito de los concejales y alcaldes electos.</span></span><span class="EOP SCXW99733927 BCX0" data-ccp-props="{"201341983":0,"335551550":6,"335551620":6,"335559739":0,"335559740":240}"> </span></p>Ingridy Nogueira CruzDaniel Abreu de Azevedo
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.47.48Diagnóstico del financiamiento climático en ciudades amazónicas
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16310
<p>El Amazonas es conocido por su rica biodiversidad y las culturas únicas de sus pueblos nativos y tradicionales, lo que lo convierte en un tema de interés tanto nacional como internacional. La protección de esta biodiversidad es un tema recurrente en los debates sobre el cambio climático y sus impactos en la sociedad y el medio ambiente. El financiamiento climático se ha convertido en una parte esencial de estas discusiones, destacando la necesidad de asignar una parte de estos recursos financieros a Amazon para implementar medidas de mitigación y adaptación al cambio climático. Sin embargo, la realidad amazónica incluye riquezas ambientales y culturales tradicionales y ciudades con un desarrollo urbano concentrado donde se encuentra la mayor parte de la sociedad y los servicios esenciales. Por lo tanto, el artículo plantea la pregunta: ¿Las ciudades amazónicas desempeñan un papel en el debate actual sobre el cambio climático y el financiamiento climático? La metodología para abordar esta cuestión involucró dos pasos principales, principalmente utilizando datos secundarios de las bases de datos de las instituciones que financian y monitorean el flujo global y nacional de financiamiento climático. El resultado reveló que el 5% de los fondos recibidos por la Amazonía entre 1960 y 2019 se asignó a las ciudades, y el 1% se destinó al cambio climático en las ciudades amazónicas. Considerando los datos y resultados finales, cabe mencionar que la Amazonía está recibiendo importantes inversiones para medidas de mitigación y adaptación relacionadas al cambio climático. Sin embargo, estas inversiones financieras no incluyen significativamente a las ciudades.</p>Géssica dos Santos RodriguesCláudio Fabian Szlafsztein
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.271.284VULNERABILIDADE HIDROSSOCIAL NA FOZ DA SUB-BACIA DO RIO MOCAMBO DO ARARI, PARINTINS/AMAZONAS
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17701
<p class="referenciasbibliograficas" style="margin: 0cm; text-indent: 0cm; line-height: normal;"><span style="font-size: 10.0pt; color: black;">A água é um recurso essencial para a vida humana e para o equilíbrio ambiental, desempenhando papel central na sobrevivência das populações e na construção social. No entanto, sua escassez, especialmente em regiões onde a relação entre o homem e o ambiente hídrico é mais frágil, pode gerar graves impactos nas condições de vida das comunidades. Esse fenômeno é caracterizado como vulnerabilidade hidrossocial, termo que reflete a interdependência entre as comunidades e os recursos hídricos locais, com impactos tanto nos aspectos físicos (como o fornecimento de água e a navegabilidade dos rios) quanto sociais (afetando a qualidade de vida e os serviços essenciais). Este artigo tem como objetivo apresentar a situação atual da vulnerabilidade hidrossocial na sub-bacia do rio Mocambo do Arari, Parintins-Amazonas. A vulnerabilidade hidrossocial nessa região é particularmente visível durante o período de vazante, quando a diminuição do nível da água e o bloqueio da foz por sedimentos dificultam o acesso às áreas de abastecimento e aumentam os riscos para a mobilidade e a sobrevivência das populações locais. Essas mudanças têm afetado diretamente a capacidade de navegabilidade do rio e, consequentemente, provoca a escassez de recursos, que afetam a saúde, a segurança alimentar e o acesso a serviços essenciais. A pesquisa realizada na sub-bacia do rio Mocambo do Arari revelou a importância de restaurar a vegetação ripária e adotar estratégias sustentáveis de manejo dos recursos hídricos. Isso é essencial para mitigar os impactos da vulnerabilidade hidrossocial, garantir a sustentabilidade da região e promover um futuro mais resiliente para as comunidades locais.</span></p>Andréa Barata TeixeiraKelton Pontes de OliveiraRafael Jovito SouzaJosé Camilo Ramos de Souza
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.330.345O BOLSÃO DA FOME E DA POBREZA NA ÁREA CENTRAL DO ANEL DE (DES)INTEGRAÇÃO DO PARANÁ
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/15187
<p>La historia de la humanidad ha sido, desde el principio, la historia de su lucha por obtener “el pan nuestro de cada día”, como decía Josué de Castro (1961, p. 45). Por lo tanto, el objetivo de esta investigación es analizar el hambre y la pobreza en la Región del Hambre y la Pobreza de Paraná (RFPP). La región está excluida del Anillo de Integración del estado de Paraná, convirtiéndose en un eminente foco de problemas sociales y económicos. Los procedimientos metodológicos utilizados fueron: investigación cualitativa y cuantitativa, además de investigación bibliográfica basada en autores como Castro (1937), Sen (2010), Santos (2009), Blum (2015) y Fernandes y Ludka (2020). Los datos secundarios fueron recolectados de agencias gubernamentales como: el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística - IBGE, el Ministerio de Ciudadanía, Atlas Brasil y el Portal de Transparencia del Gobierno Federal. En varios municipios que integran el RFPP se encontraron altos índices de vulnerabilidad social, lo que puede derivar en hambre, pobreza y pobreza extrema.</p>NAYANI MARIA VITORIA DA SILVA SANCHESVanessa Maria LudkaSérgio Augusto Pereira
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.01.18CONFORTO E DESCONFORTO TÉRMICO AMBIENTAL NO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DO MUNICÍPIO DE HUMAITÁ – AMAZONAS
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16201
<p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt;">O índice de conforto térmico determina se um ambiente é ou não favorável ao desenvolvimento de alguma atividade. O objetivo deste trabalho foi analisar o nível de conforto e desconforto térmico em um restaurante universitário. A pesquisa ocorreu na área do restaurante universitário do Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente – IEAA/UFAM localizado no município de Humaitá/AM. Os dados de temperatura do ar, temperatura do ponto de orvalho e umidade relativa do ar foram coletados de setembro/2022 a agosto/2023 por um Termo-higrômetro (Hobo®) que armazenava médias a cada 15 minutos. Os resultados apontaram julho/2023 como mais quente, índices de conforto térmico (ICH) de 33°C (7h) e 53°C (16h), grau de conforto variando e desconforto insuportável, respectivamente. Em janeiro/2023, fevereiro/2023, março/2023, novembro/2022 e dezembro/2022, os valores mínimos analisados de ICH variou entre 34°C e 35°C (5h e 7h) e 43°C e 46°C (16h e 17h) o que corresponde ao grau de conforto variando e desconforto suportável. Os maiores índices de desconforto térmico ocorreram nos meses de julho e agosto sendo de 92°C (estresse devido ao calor) às 14h, os menores ocorreram nos meses Janeiro/2023, fevereiro/2023, março/2023, novembro 2022 e dezembro 2022 sendo de 73°C e 74°C (4h e 7h), efeito confortável</span><span style="font-size: 12.0pt;">. </span><span style="font-size: 10.0pt;">Assim, a área estudada aparenta ser ideal para as pessoas frequentarem, exceto nos períodos da tarde entre as 13h e 15h, pois esses horários é onde a temperatura atinge um pico muito alto que acarreta um desconforto para quem frequenta o ambiente. </span></p>Lauriane Souza AlvesCarlos Alexandre Santos QuerinoJuliane Kayse Albuquerque da Silva QuerinoMarcos Antônio Lima MouraBeatriz de Souza GomesZeilane Silva BritoAntônio Francisco Nunes Braga
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.229.241ORIGEM E EVOLUÇÃO DAS JACUZZIS NATURAIS (MARMITAS) EM PRESIDENTE FIGUEIREDO (AM)
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17686
<p>As marmitas são geformas exocársticas na forma de depressões circulares encontradas no leito rochoso de drenagens e tradicionalmente associadas à ação abrasiva das águas. Em Presidente Figueiredo (AM), marmitas de grandes dimensões, localmente chamadas de jacuzzis naturais, têm chamado a atenção devido ao seu potencial geoturístico, bem como questionamentos sobre sua formação, uma vez que os modelos hidrodinâmicos tradicionais são incompatíveis com as profundidades dessas geoformas. Esse artigo apresenta a caracterização morfométrica e da geodiversidade nas principais ocorrências das geoformas, com objetivo de promoção da geodiversidade local e utilização sustentável do meio natural na proposta de Geoparque Cachoeiras do Amazonas. As 123 marmitas avaliadas ocorrem em arenitos finos a médios da Formação Nhamundá (Bacia do Amazonas). Predominam aberturas elípticas, do tipo <em>pan</em>, com relação diâmetro/profundidade com tendência linear positiva e eixo maior orientado para o quadrante NW, compatíveis com os principais esforços neotectônicos da região. A origem e evolução de marmitas para jacuzzis naturais envolve escavações iniciais em anisotropias estruturais, coalescência e aumento da geoforma ao longo das anisotropias e a dissolução do substrato rochoso promovido pelo rebaixamento cíclico do lençol freático. A avaliação da geodiversidade classificou os locais como geossítios de relevância nacional e sítio da geodiversidade. As informações foram compartilhadas com os guias de turismo do território e utilizadas na proposição de painéis interpretativos que destacam a geodiversidade local reforçando políticas inerentes a futura implementação do geoparque.</p>Isabela Apoema SouzaRoberto BarbosaAlejandro Salazar
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.130.159MANDIOCA E FARINHA NA ÁREA DO LAGO JANAUACÁ
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16124
<p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.0pt;">Pesquisa realizada pelos alunos da disciplina Geografia Agrária do Curso de Geografia da UA sob a orientação do Prof. João Renor F. de Carvalho<span style="color: black;">. </span></span></p>João Renôr Ferreira de CarvalhoThiago Oliveira Neto
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.01.23 AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS ANTRÓPICOS EN LOS PARÁMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DA ÁGUA DO IGARAPÉ ÁGUA BRANCA, MANAUS/AM
//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/17723
<p>Los impactos antropogénicos en los arroyos urbanos de Manaos son perceptibles a simple vista, y varían desde el embancamiento hasta el vertido directo de efluentes en sus cuerpos de agua. El principal objetivo de la investigación fue identificar y evaluar estos impactos en la cuenca del arroyo Água Branca en Manaos y su posible interferencia en los parámetros fisicoquímicos del agua, como temperatura, pH, conductividad eléctrica, sólidos totales suspendidos, oxidación y turbidez. El método utilizado fue el hipotético-deductivo, con la hipótesis de que las aguas del arroyo estarían alteradas debido a fuentes de contaminación puntuales y difusas derivadas de acciones antropogénicas. Las colectas y análisis de los parámetros fisicoquímicos se realizaron utilizando el Multiparámetro (HI98194) con sonda (HI7698194) y el Turbidímetro portátil (HI93703C). Los resultados revelaron variaciones significativas entre los puntos de muestreo, principalmente relacionadas con la presencia de deforestación, contaminación difusa y actividades antropogénicas. El punto más impactado fue el ubicado cerca de la desembocadura del arroyo, donde la ausencia de bosque ribereño en la margen izquierda y la presencia de procesos erosivos resultaron en el embancamiento de esa parte del canal. Se concluye que las aguas del arroyo Água Branca presentan alteraciones debido a los impactos antropogénicos, especialmente en puntos como la Avenida del Turismo, que, a través de la contaminación difusa, arroja una gran cantidad de sedimentos en el curso principal. La investigación destaca la necesidad urgente de políticas públicas externas para la preservación de los arroyos urbanos de Manaos y el control de la expansión urbana.</p>Alan Kristian Nunes MachadoFlavio Wachholz
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2025-12-302025-12-30165510.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.368.393