REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte <p>A <em><strong>Revista Geonorte</strong></em>, do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFAM, obteve o IdentificOr Internacional de Objeto Digital – <strong><em>Digital Object Identifier</em></strong> (<strong>DOI</strong>). &nbsp;</p> <p>A <strong>Revista Geonorte</strong> é uma revista eletrônica do Departamento de Geografia que tem por finalidade publicar e divulgar trabalhos de cunho geográfico e de áreas correlatas. Os trabalhos de cunho geográficos compõem um conjunto de temas específicos da <strong>Geografia Física e Geografia Humana</strong> e áreas técnicas <strong>(Cartografia e Geoprocessamento</strong>) além de aspectos eminentemente associados à epistemologia do saber geográfico, como aqueles onde a interdisciplinaridade das áreas afins da Geografia se faz presente.</p> <p>A forma de publicação é semestral/fluxo contínuo, onde os trabalhos submetidos são avaliados por pareceristas que atuam na área de conhecimento em que&nbsp;o manuscrito foi encaminhado.</p> <p>O conselho editorial da Revista é compostos por profissionais de diversas áreas dentro de Geografia e áreas afins, que atuam em Universidades de todas regiões do Brasil e em universidades do exterior.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Atualmente a Revista Geonorte está indexada na seguintes bases:&nbsp;</strong></p> <p>Latindex, Directory Of Open Acess Journal, Diadorim, Livre, Sumários.org, Base, Google Acadêmico, &nbsp;CiteFactor, EZ3, General Impact Factor, Cross Ref, Ibicit oasisbr, OCLC WorldCat, Scientific Indexing Service, TIB, WorldWideScience <em>Alliance</em>, Journal Factor, Redib, DRJI, Eurasian Scientific&nbsp; Journal Index, Academic Resource Index, Cosmo Impact Factor, ISI.</p> <p>DOI 10.21170</p> <div>&nbsp;</div> Universidade Federal do Amazonas pt-BR REVISTA GEONORTE 2237-1419 <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:<br><br></p> <ol type="a"> <ol type="a"> <li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ol> </ol> <p>&nbsp;</p> <ol type="a"> <ol type="a"> <li>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ol> </ol> <p>&nbsp;</p> <ol type="a"> <li>Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja&nbsp;<a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li> </ol> EXPEDIENTE: REVISTA GEONORTE, V.11, N.37, JAN-JUN, 2020 https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7896 <p><strong>EXPEDIENTE REVISTA GEONORTE.</strong></p> <p><strong><em>EQUIPE EDITORIAL</em></strong><strong> REVISTA GEONORTE, , V.11, N.37, JAN-JUN, 2020</strong></p> João Cândido André da Silva Neto Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-17 2020-07-17 11 37 i i NOTA EDITORIAL: REVISTA GEONORTE, V.11, N.37, JAN-JUN, 2020 https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7897 <p>É com grande satisfação que publicamos o novo número da <strong>REVISTA GEONORTE, V.11, N.37, JAN-JUN, 2020.</strong> Gostaríamos de agradecer a todos autores e autoras pelas contribuições, que consolidam a Revista Geonorte no âmbito nacional. Não poderíamos deixar de agradecer os pareceristas do conselho científico, pelo trabalho cuidadoso e de excelência que tem sido incorporado à Revista Geonorte. <br><br>O atual número da REVISTA GEONORTE apresenta dezesseis artigos científicos que tangem o temário da Geografia e áreas afins, apresentando contribuições científicas de todas regiões do Brasil, além de uma entrevista.</p> João Cândido André da Silva Neto Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-15 2020-07-15 11 37 ii iii 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.ii.iii O ENSINO DE SOLOS NOS DIFERENTES NÍVEIS DE EDUCAÇÃO EM GEOGRAFIA https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7546 <p>Este trabalho pretende trazer para discussão as diferentes abordagens da Ciência do Solo no ensino da Geografia, buscando auxiliar seu ensino nos cursos de Licenciatura em Geografia. Os objetivos deste trabalho são: 1) verificar os eixos temáticos relacionados à Ciência do Solo no ensino de Geografia no nível fundamental e médio, a partir dos PCNs e livros didáticos; 2) avaliar o conhecimento em Ciência do Solo dos alunos do curso de Licenciatura em Geografia da UFPel; 3) realizar um levantamento das universidades no Rio Grande do Sul que possuem cursos de Geografia e, para estes cursos, fazer uma caracterização das disciplinas da área de Ciência do Solo. A partir deste estudo pode-se constatar que os PCNs para a Geografia e os livros didáticos para o ensino fundamental e médio abordam de forma pouco abrangente o conhecimento sobre solos. Poucos cursos de Licenciatura em Geografia possuem em seu currículo disciplinas na área de Ciência do Solo, havendo a necessidade de reformulação de seus projetos pedagógicos quanto à inserção de disciplinas relacionadas à área da Ciência do Solo.</p> Luis Eduardo Akiyoshi Sanches Suzuki Liz Cristiane Dias Moisés Ortemar Rehbein Edvania Aparecida Corrêa Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-07 2020-07-07 11 37 1 21 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.01.21 ANÁLISE DE POSSÍVEL TORNADO NA CIDADE DE TAPEJARA, RIO GRANDE DO SUL https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7264 <p>Eventos de origem climática ou meteorológica correspondem a quase 90% dos episódios extremos ocorridos no planeta. Pesquisas apontam que a frequência e intensidade de tais episódios têm aumentado nos últimos anos em decorrência das mudanças climáticas ocasionadas por ação antrópica. Os tornados são episódios extremos de grande relevância devido aos fortes impactos provocados e tem ocorrido com maior frequência nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Neste sentido, o estudo realizado buscou analisar um evento extremo ocorrido em 2014 em Tapejara, um município localizado na região noroeste do estado do Rio Grande do Sul, popularmente identificado como tornado. Para este estudo, foram utilizados dados meteorológicos das três estações oficiais mais próximas do município, além da análise de imagens de satélite e cartas sinóticas. Foi elaborado também gráfico de análise rítmica que possibilitou identificar a variabilidade dos elementos climáticos no dia do evento, bem como, os sistemas atmosféricos atuantes. Os resultados apontaram para ocorrência de uma frente fria durante o evento em análise e, as velocidades dos ventos na região, não se caracterizam pela ocorrência de um tornado e sim, pela ocorrência de rajadas de ventos que causaram queda de árvores e destelhamento que repercutiram em perdas e prejuízos para o município.</p> Jessica Zanivan Rafaela Pollon Pedro Germano Murara Copyright (c) 2020-07-07 2020-07-07 11 37 22 38 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.22.38 VARIABILIDADE PLUVIOMÉTRICA DO ESTADO DO MATO GROSSO NA SÉRIE TEMPORAL DE 1998 A 2017 https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7213 <p>O estado do Mato Grosso possui uma grande biodiversidade composta por três biomas e uma vasta rede hidrográfica. O estudo tem como objetivo analisar a variabilidade e a estatística das chuvas no Mato Grosso, no período de 1998 a 2017. Como metodologia, foram utilizados dados diários de 16 postos pluviométricos espalhados pelo Estado do Mato Grosso para a elaboração de pluviogramas e descrições estatísticas. Devido a grande variabilidade temporal e espacial da chuva, foram definidas 4 classes de porcentagem de precipitação, sendo 0,1-20,0 mm, 20,1-50,0 mm, 50,1-100,0 mm, &gt;100,0 mm, organizadas em classes de eventos de chuva. Como resultados, identificou-se o predomínio da classe 1 de chuva com até 20,0 mm, seguida pelas classes 2 e 3, respectivamente. O regime de precipitação anual dos postos pluviométricos apresenta uma ampla variação temporal e espacial sobre o Estado.</p> Taísa das Dores Pereira Bruno César dos Santos Gustavo Zen de Figueiredo Neves Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-07 2020-07-07 11 37 39 56 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.39.56 O IMPACTO DA MONOCULTURA DA SOJA NA AGRICULTURA CAMPONESA: UM ESTUDO SOBRE AS MUDANÇAS NA PRODUÇÃO DE LEITE NO ASSENTAMENTO ITAMARATI I – FETAGRI/MS https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7468 <p>Neste artigo, propomos estudar e responder algumas questões sobre a situação em que se encontra a forma de trabalho dos assentados na FETAGRI grupo sete Bacia Leiteira no assentamento Itamarati I - MS. O motivo pelo qual nos propomos a fazer a pesquisa foi para entender como pensam as pessoas que estão envolvidas nesse processo, qual é o impacto que a produção da monocultura da soja tem causado no grupo e o que tem levado os produtores a seguirem por este caminho. Em nossa metodologia fizemos um trabalho de campo com um roteiro de perguntas que facilitou a conversa com os entrevistados.&nbsp; Consideramos que este estudo será relevante para as pessoas que se interessam pelo debate da produção familiar e para entender a influência do agronegócio no assentamento Itamarati, Ponta Porã-MS.</p> Rodrigo Simão Camacho Denise Camilo de Almeida Cristiano Almeida da Conceição Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-08 2020-07-08 11 37 57 77 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.57.77 MANEJO E CONSERVAÇÃO DE NASCENTES NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MARAPANIM (PA) https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7017 <p>A bacia do rio Marapanim, localizada na zona costeira da Amazônia Oriental, representa um exemplo do confronto, entre o uso das águas e do território; neste trabalho foi avaliado o grau de integridade de nascentes em diferentes ambientes desta, em conjunto com as formas de uso da terra associadas. Foram considerados parâmetros macroscópicos das águas, a percepção social do uso das águas e o cenário das formas de uso da terra. O verificado indica um alto grau de alteração das nascentes, percebido pela população residente no entorno destas, porém sem a compreensão exata das causas e consequências. Destacando as ações de manejo como prioritárias principalmente no seu alto curso.&nbsp;</p> Marília Gabriela de Sena Farias Aline Maria Meiguins de Lima João de Athaydes Silva Junior Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-08 2020-07-08 11 37 78 95 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.78.96 PROPOSTA DIDÁTICA AO ENSINO DE CIÊNCIAS SUBSIDIADA POR CONCEITOS/PRINCÍPIOS DA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA: O CASO DO PATRIMÔNIO GEOLÓGICO DE CAÇAPAVA DO SUL/RS/BRASIL https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7455 <p>O município de Caçapava do Sul/RS/Brasil constitui-se de uma tradicional escola de ensino e pesquisa em geociências, visto a reconhecida importância científica de seu patrimônio geológico, o qual igualmente representa um vasto potencial ao desenvolvimento sustentável, promovido por iniciativas relacionadas ao geoturismo. Nesse contexto, apresenta-se neste artigo uma proposta didática que busca promover a percepção e interpretação do patrimônio geológico de Caçapava do Sul, com vistas à qualificação dos processos de ensino e aprendizagem das Ciências, e áreas correlatas, possibilitando a aproximação de sua comunidade escolar à temática da geodiversidade local. Subjazendo-se em elementos da geodiversidade e em suas perspectivas de aderência ao currículo do Ensino Fundamental demarcado no <em>Referencial Curricular Gaúcho</em>, propõe-se, por meio de uma sequência didática teórico-metodologicamente estruturada, utilizar-se de conceitos e de princípios da <em>Alfabetização Científica</em> ao fomento de uma educação comprometida com a valorização do patrimônio local, reverberando em uma percepção ambiental criticamente fundamentada nos âmbitos social, cultural, político e ambiental.</p> Ana Paula Souza Corrêa André Luís Silva da Silva Cleonice de Ávila Carvalho Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-08 2020-07-08 11 37 97 114 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.97.114 GEODIVERSIDADE NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TENENTE AMARAL – MT https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7694 <p>As intervenções das últimas décadas dos agentes sociais na constituição dos aspectos naturais se tornam cada dia mais intenso e danoso para o resguardo dos patrimônios geológicos, isto é, da geodiversidade terrestre. Assim, propõe-se em escala de bacia hidrográfica determinar os principais pontos de geodiversidade de um determinado território no sudeste do estado de Mato Grosso, a bacia do rio Tenente Amaral, utilizando de técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento foram levantados cerca de 48 possíveis pontos de interesse. Que devido as suas características naturais foram divididas em três momentos, quedas d’água/aproveitamento energético, cachoeiras/ecoturismo e escarpas/afloramentos rochosos. Os principais resultados obtidos ainda que preliminares apontam que os patrimônios analisados necessitam de maiores levantamentos, e práticas de estudos/conhecimentos para determinar ações de resguardo e proteção por serem importantes para a vida social dos habitantes, e com grande apelo a ações de turismo<strong>.</strong></p> Cleberson Ribeiro de Jesuz Ingrid Regina da Silva Santos Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-08 2020-07-08 11 37 115 131 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.115.131 OS BRASIGUAIOS E SUA INFLUÊNCIA POLÍTICA E ECONÔMICA NO PARAGUAI: RACISMO E NACIONALISMO NO MERCOSUL DO SÉCULO XXI https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7042 <p>A população de cidadãos de origem brasileira no Paraguai, denominada de brasiguaios, possui uma identidade cultural diferente da paraguaia. Esta comunidade, que passou a ser cada vez mais numerosa naquele país a partir da década de 1970&nbsp;era estimada, em 2015, em 332.042 indivíduos.&nbsp;Contingente formado a partir do projeto de <em>M</em><em>archa al Este </em>do presidente Alfredo Stroessner, que abriu&nbsp;terras até então cobertas pela&nbsp;Mata Atlântica localizada na fronteira do Paraguai com o Brasil para colonos brasileiros (a maioria de origem europeia, proveniente da região Sul do Brasil) que passariam a desenvolver a sojicultura e aplicar práticas oriundas da Revolução Verde. Passadas mais de quatro décadas, o contingente brasileiro no Paraguai impõe sua cultura, seu idioma e alguns de seus membros possuem grande influência política e econômica no país. A presença do contingente brasileiro resulta em momentos de tensão no quotidiano político e social paraguaio, sendo que o recente golpe de Estado sofrido pelo presidente Lugo em 2012&nbsp;&nbsp;teve participação de membros da comunidade brasiguaia. Face ao exposto o presente trabalho tem o objetivo de aferir os impactos da presença brasiguaia no Paraguai e analisar se esta &nbsp;configura&nbsp;um risco à&nbsp;democracia neste país. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, sob a ótica das Relações Internacionais, pautada em análise bibliográfica e enriquecida por cartografia&nbsp;produzida pelos autores.</p> Camilo Pereira Carneiro Filho Jéssica Alves dos Santos Maria Luiza Nogueira Vanderlei Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-10 2020-07-10 11 37 132 153 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.132.154 A DINÂMICA FLUVIAL DO RIO ACRE: UMA ANÁLISE AMBIENTAL DO TRECHO URBANO DA CIDADE DE RIO BRANCO-AC https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7199 <p>Estudos que abordam a dinâmica fluvial em bacias hidrográficas são considerados de extrema importância por discutir seu funcionamento natural ou alterado por ações antrópicas. O objetivo desse estudo foi analisar a dinâmica Geofluvial da área urbana do rio Acre. Para alcançar este propósito, o estudo foi baseado nas técnicas de Christoffoletti (1980) e da pesquisa de campo que ocorreu no mês de dezembro de 2017. Através destas medidas foi possível observar os aspectos físicos, ambientais e sociais que estão ocorrendo as margens do rio Acre. &nbsp;Neste sentido, foi possível compreender que o rio Acre é um rio capaz e competente, que tem os seus processos alterados pela presença da urbanização em suas margens.</p> Dhuliani Cristina Bonfanti Frank Thieny Brito de Lima Luiz Carlos Aragão Ferreira Waldemir Lima dos Santos Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-10 2020-07-10 11 37 154 174 10.21170/geonorte.2020.V.1.N.37.154.174 OS IMPACTOS DA DRENAGEM SUPERFICIAL DE ÁGUAS PLUVIAIS NA INFRAESTRUTURA DE TRECHOS DE VIAS DO PERÍMETRO URBANO DO MUNICÍPIO DE SANTARÉM, PARÁ, BRASIL https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7191 <p>Este artigo apresenta os resultados de um estudo de caso que investiga a influência da drenagem superficial de águas pluviais na infraestrutura das vias do perímetro urbano do município de Santarém, estado do Pará, Brasil. Assim como muitas cidades brasileiras, Santarém vem sofrendo forte urbanização e crescimento desordenado, com o surgimento de bairros periféricos desprovidos de infraestrutura. Considerável proporção da malha viária urbana do município é carente de infraestrutura de drenagem de águas pluviais, com a prevalência da drenagem superficial, com surgimento de diversos pontos de alagamentos e fortes enxurradas, causando prejuízos e transtornos aos moradores das áreas afetadas, e comprometendo a infraestrutura das vias, com o surgimento de buracos, valas e crateras. A metodologia utiliza um índice de análise hidrológica, denominado Índice Topográfico de Umidade (ITU), que indica áreas propensas a ocorrência de intensos de escoamento superficial. Dados de ocorrência de enxurradas e alagamentos do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres do Ministério das Cidades foram utilizados juntamente com o ITU para fazer um zoneamento de áreas propensas a eventos de escoamento superficial das águas pluviais. Este zoneamento foi utilizado para delimitar trechos da malha viária potencialmente impactados. Registros fotográficos desses trechos confirmam o principal resultado dessa pesquisa que é a aplicabilidade do ITU para identificar trechos de malha viária com infraestrutura impactada por consequência da drenagem superficial. A partir destes resultados, como direcionamentos futuros, apontamos o potencial uso desse estudo para planejamento estratégico e zoneamento de infraestrutura de drenagem e manejo de águas pluviais no município.</p> Rodolfo Maduro Almeida Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-10 2020-07-10 11 37 175 194 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.175.194 ANÁLISE AMBIENTAL NAS MARGENS FLUVIAIS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO VIEIRA - MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS/MG https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/6986 <p>Este estudo tem como objetivo analisar por meio de técnicas de sensoriamento remoto o uso e cobertura da Terra às margens dos corpos hídricos da Bacia do Rio Vieira, inserida no município de Montes Claros que por sua vez se encontra no Norte de Minas Gerais. A escolha dessa área de estudo, se deu devido ao cenário crítico que o município de Montes Claros vivencia em relação à crise hídrica. Foi possível notar diante dessa pesquisa que as matas ripárias dos corpos hídricos da Bacia do Rio Vieira, bem como ocupações do entorno estão sofrendo com a pressão dos modelos econômicos impostos para o desenvolvimento das sociedades. Esses acontecimentos podem gerar diversos problemas tanto no âmbito ambiental (erosão dos solos, assoreamento dos cursos de água, contaminação da água, alterações microclimáticas, etc), no âmbito social com os diversos conflitos por terra e por água, além da esfera econômica.</p> Maria Ivete Soares de Almeida Raul de Magalhães Filho Carla Milena de Moura Laurentino Lucas Augusto Pereira da Silva Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-10 2020-07-10 11 37 195 209 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.195.209 DETECÇÃO DAS OCORRÊNCIAS DE FOCOS DE QUEIMADAS E PRODUÇÃO DE MAPAS DE CALOR EM TIMON, MA https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/6621 <p>O Brasil atualmente passa por uma expansão nas atividades do agronegócio e ao mesmo tempo, mantém as pequenas atividades agrícolas que permanecem ativas, e ambas as atividades ainda se utilizam da técnica mais rudimentar de limpeza de área para plantio e ou para pasto para criação de animal, a prática do fogo, a queimada. Neste âmbito, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) vem cada vez mais sendo relevante com um sistema de detecção de queimadas a partir de imagens de sensores a bordo de satélites polares e geoestacionários. Assim, os chamados focos de calor são detectados e esses dados são utilizados para mapeamentos, controle e prevenção. Neste sentido este trabalho pretende trazer dados das ocorrências no município de Timon (MA), entre os anos de 2014 a 2018, e nestes 5 (cinco) anos foram detectados cerca de 6.405 mil focos de queimadas, identificados pelo INPE. O conhecimento das causas e da frequência desses ocorridos é de extrema importância, principalmente levando-se em consideração que o ponto de partida para a elaboração dos planos de&nbsp;prevenção, é saber quem (ou o que) iniciou o fogo. Assim, este&nbsp;trabalho&nbsp;propõe validar e entender a relação dos focos de calor obtidos pelo INPE e queimadas realmente ocorridas, do município. Analisando os focos de calor disponibilizados pelo INPE.</p> Rafael Jose Marques Werton Francisco Rios da Costa Sobrinho Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-17 2020-07-17 11 37 210 228 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.210.228 CONFLITOS DE USO E OCUPAÇÃO EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NA BACIA DO RIO ANIL- SÃO LUÍS, MA https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7081 <p>A bacia do rio Anil dispõe de uma área de 40,77km², o rio principal apresenta cerca de 13,8 km de extensão, a drenagem da bacia possui aproximadamente 277 canais e 146 nascentes, estando a bacia localizada a noroeste da ilha de São Luís do Maranhão, com grande importância econômica e hídrica para a capital do estado. A área de preservação permanente (APP) da bacia do rio vem sofrendo grande processo de antropização ao decorrer dos anos. Desse modo foi realizado o mapeamento da APP na bacia do rio em estudo, a partir da classificação de categorias de análise (solo exposto, área vegetada e área urbanizada), obteve-se uma APP total de 18,2 km², onde cerca de 11,92 km² é composta de área vegetada; 6,04 km² de área urbanizada e 0,24 km² de solo exposto. Recomenda-se assim, aplicações de políticas públicas de conscientização e conservação de áreas de preservação permanente, bem como a aplicabilidade da legislação ambiental.</p> Walefe Lopes da Cruz Delony de Queiroz Ribeiro Edilea Dutra Pereira Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-14 2020-07-14 11 37 229 247 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.229.247 ARTICULAÇÕES DO ESTADO NA GESTÃO DA POLÍTICA DE RESÍDUOS SÓLIDOS https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/6881 <p>O objetivo deste artigo é discutir o processo de implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos a partir de um dos seus instrumentos estruturantes: os planos estaduais de gestão de resíduos sólidos. Assim, a pesquisa considera o contexto de elaboração do Plano Estadual de Resíduos Sólidos do Tocantins. Baseado em pesquisa qualitativa realizada por meio de entrevistas estruturadas por um roteiro com técnicos de agências governamentais ligadas a área ambiental deste estado. Os resultados e análises apontam que durante a elaboração deste plano houve dificuldades para conseguir dados sobre resíduos nos municípios, o que é gerado pela ausência de pessoal capacitado para atuar na área em questão. Outros pontos como a formação dos gestores ambientais, publicidade de dados, integração com agências governamentais e envolvimento do legislativo também foram levantados deficitários. Percebe-se, assim, que a elaboração do plano passou por diversas dificuldades de ordens técnicas e institucionais, que levam a deficiências que devem ser consideradas na implementação do respectivo plano.</p> Lucas Braga da Silva Lucivania Pereira Gloria Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-14 2020-07-14 11 37 248 263 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.248.263 ATLAS GEOAMBIENTAL E PONTOS GEODIDÁTICOS DA BACIA DO RIO DAS ANTAS (PR): SUBSÍDIOS AO ENSINO DE GEOGRAFIA https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7144 <p>O artigo apresenta os resultados de projeto de iniciação cientifica voltado <strong>à</strong> educação geográfica, visando a elaboração de materiais e recursos interpretativos dos aspectos geoambientais da Bacia do Rio das Antas (PR). Foram produzidos mapas temáticos e selecionados pontos geodidáticos como apoio ao ensino de geografia na educação básica, disponibilizando materiais e informações físico-ambientais da bacia para docentes e discentes do ensino fundamental e médio. A incorporação dos pontos geodidáticos possibilitou que alguns aspectos físicos da área de estudo fossem avaliados em escala detalhada, apresentando significativo potencial para análises geográficas em um contexto espacial local, voltado a atividades escolares.</p> Larissa Daniele Matias Julio Manoel França da Silva Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-14 2020-07-14 11 37 264 278 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.ic_001 CARACTERIZAÇÃO DO CONFORTO TÉRMICO DA CIDADE DE SANTAŔEM-PA https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7029 <p>O objetivo do presente trabalho foi caracterizar o conforto térmico da cidade de Santarém, oeste do Pará, por meio da metodologia de Thom proposta em 1959. Para isso, utilizou-se dados diários de temperatura e umidade relativa do ar, coletados a partir de estações meteorológicas automáticas do Aeroporto Internacional Wilson Fonseca que pertence a Rede de Meteorologia da Aeronáutica (REDEMET) no período de 1999 a 2018, totalizando 20 anos de dados. Com base nessas variáveis meteorológicas, calculou-se o índice de desconforto de Thom (ID) que é uma metodologia empírica, capaz de representar o ambiente térmico. Empregou-se a estatística descritiva no intuito de analisar os registros por meio de medidas de posição, dispersão e gráficos, onde o <em>software </em>livre R 3.4.1 foi utilizado para realizar as análises. Os resultados indicam que o desconforto é predominante durante o ano inteiro, com poucos dias confortáveis. Esses resultados ressaltam a necessidade de medidas que busquem a melhoria nas condições térmicas da cidade de Santarém que pode ser feita por meio de arborização e uso de matérias de construções que apresentam baixos níveis de retenção de calor.</p> Tiago Bentes Mandú Ana Carla dos Santos Gomes Maytê Duarte Leal Coutinho Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-14 2020-07-14 11 37 279 291 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.ic_002 ENTREVISTA COM PROFESSOR LUIZ GONZAGA FALCÃO VASCONCELLOS https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7606 <p>Entrevista realizada pela Internet, no dia 14.11.2018 – Manaus / AM e Uberlândia / MG. Entrevistado:&nbsp; Luiz Gonzaga Falcão Vasconcellos</p> <p>Texto da entrevista foi revida pelo entrevistado, no período de março a maio de 2020.</p> Thiago Oliveira Neto Eduardo Henrique Freitas Braga Luiz Gonzaga Falcão Vasconcellos Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE 2020-07-14 2020-07-14 11 37 292 313 10.21170/geonorte.2020.V.11.N.37.entr_01