https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/issue/feed REVISTA GEONORTE 2021-01-24T23:25:54+00:00 João Cândido André da Silva Neto editogeonorte@gmail.com Open Journal Systems <p>A <em><strong>Revista Geonorte</strong></em>, do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFAM, obteve o IdentificOr Internacional de Objeto Digital – <strong><em>Digital Object Identifier</em></strong> (<strong>DOI</strong>). &nbsp;</p> <p>A <strong>Revista Geonorte</strong> é uma revista eletrônica do Departamento de Geografia que tem por finalidade publicar e divulgar trabalhos de cunho geográfico e de áreas correlatas. Os trabalhos de cunho geográficos compõem um conjunto de temas específicos da <strong>Geografia Física e Geografia Humana</strong> e áreas técnicas <strong>(Cartografia e Geoprocessamento</strong>) além de aspectos eminentemente associados à epistemologia do saber geográfico, como aqueles onde a interdisciplinaridade das áreas afins da Geografia se faz presente.</p> <p>A forma de publicação é semestral/fluxo contínuo, onde os trabalhos submetidos são avaliados por pareceristas que atuam na área de conhecimento em que&nbsp;o manuscrito foi encaminhado.</p> <p>O conselho editorial da Revista é compostos por profissionais de diversas áreas dentro de Geografia e áreas afins, que atuam em Universidades de todas regiões do Brasil e em universidades do exterior.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Atualmente a Revista Geonorte está indexada na seguintes bases:&nbsp;</strong></p> <p>Latindex, Directory Of Open Acess Journal, Diadorim, Livre, Sumários.org, Base, Google Acadêmico, &nbsp;CiteFactor, EZ3, General Impact Factor, Cross Ref, Ibicit oasisbr, OCLC WorldCat, Scientific Indexing Service, TIB, WorldWideScience <em>Alliance</em>, Journal Factor, Redib, DRJI, Eurasian Scientific&nbsp; Journal Index, Academic Resource Index, Cosmo Impact Factor, ISI.</p> <p>DOI 10.21170</p> <div>&nbsp;</div> https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8598 EXPEDIENTE: REVISTA GEONORTE, V.11, N.38, JUL-DEZ, 2020 2020-12-18T19:44:29+00:00 João Cândido André da Silva Neto editorgeonorte@gmail.com <p><strong><em>EQUIPE EDITORIAL</em></strong></p> <p><strong>CONSULTORES QUE CONTRIBUÍRAM NA EDIÇÃO REVISTA GEONORTE, V.11, N.37, JAN-JUN, 2020.</strong></p> 2020-12-17T21:50:09+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8599 NOTA EDITORIAL: REVISTA GEONORTE, V.11, N.38, JUL-DEZ, 2020 2021-01-24T23:21:29+00:00 João Cândido André da Silva Neto editorgeonorte@gmail.com <p>NOTA EDITORIAL: REVISTA GEONORTE, V.11, N.38, JUL-DEZ, 2020</p> 2020-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7994 MODELOS REDUZIDOS APLICADOS AO ENSINO DE GEOGRAFIA: A FORMAÇÃO DE DOLINAS E A EVOLUÇÃO DO RELEVO CÁRSTICO 2021-01-24T23:25:54+00:00 Péricles Souza Lima periclessouzalima@mail.uft.edu.br Fernando de Morais morais@uft.edu.br <p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;">O presente estudo constituiu simulações da formação de dolinas por meio de modelos reduzidos analógicos e buscou-se contribuir no processo de ensino-aprendizagem da educação geográfica. O trabalho foi realizado usando uma caixa de madeira, adaptada com um reservatório que servira de recarga ao sistema e de um espaço destinado à superposição dos estratos sedimentares. Ao todo foram feitos 4 ensaios, que possibilitaram interpretações analíticas e didáticas.&nbsp;<span style="text-indent: 0cm;">Os dois primeiros, pela natureza mais estocástica, instigam a realização de estudos futuros. Os dois últimos apresentaram feições doliniformes, tendo o terceiro chegado mais próximo do cenário natural. Por outro lado, o quarto ensaio mostrou-se mais didático. Tal ensaio foi feito com condições controladas, podendo contribuir mais para a educação geográfica nos anos iniciais, diferentemente do terceiro, propício ao ensino superior.</span></p> 2020-12-15T19:17:30+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8042 O O ENSINO DE GEOGRAFIA E O APRENDIZADO SOBRE O CONCEITO DE ESPAÇO GEOGRÁFICO: NOTAS SOBRE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2021-01-24T23:25:28+00:00 Vanessa Manfio nessamanfio@gmail.com <p>O estudo do espaço na disciplina escolar de Geografia é muito importante para o desenvolvimento de uma interpretação clara sobre as várias nuances espaciais. Pensando nisso, este artigo teve como iniciativa de investigação abordar o conceito de espaço geográfico na educação geográfica, perpassando da realidade cotidiana do aluno e ultrapassando para outras análises espaciais, e, ainda, demonstrar práticas didáticas para o ensino deste conceito com os alunos. Este estudo parte de uma revisão de literatura, abordagem qualitativa e diálogo de intervenções práticas aplicadas no contexto escolar. Nessa expectativa, o trabalho pretende contribuir com um pensar, ensinar e aprender mais rico e geográfico. Já que o ensino do espaço geográfico trás a dimensão de outras temáticas e conceitos, a expressão com exatidão a relação sociedade e natureza e estabelece uma visão do vivido, concebido e representado, permitindo a visão georreferenciada do educando.&nbsp;</p> 2020-12-15T19:46:51+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8247 HEALTH CARE IN ENVIRONMENTAL CONSERVATION UNITS IN AMAZONAS: CONFLICT OF COMPETENCY OR RESPONSIBILITY ISSUE? 2021-01-24T23:25:02+00:00 Marcílio Sandro de Medeiros muribeka@hotmail.com Daniel Souza Sacramento dsacramento.am@gmail.com Inez Siqueira Santiago Neta inez_santiago@hotmail.com Rita Suely Bacuri de Queiroz ritabacuri.olimpiada.fiocruz@gmail.com Stefania Barca sbarca68@gmail.com Lia Giraldo da Silva Augusto lgiraldo@uol.com.br Solange Laurentino dos Santos solaurentino@hotmail.com André Monteiro Costa andremc@cpqam.fiocruz.br <p>This article analyzes the discursive representations in the collective thinking of socio-environmentalists about the competencies and responsibilities of policies on protected areas concerning the health of riverside populations. Descriptive exploratory study with a qualitative approach based on the collective thinking of socio-environmentalists working with policy on protected areas of the Mamirauá Sustainable Development Reserve, from seven interviews collected by a semi-structured script and analyzed using the Discourse of the Collective Subject technique. Respondents express knowledge about the constitutional competencies of the municipality regarding health, but have difficulty in dialoguing with city halls on the subject; the responsibilities of the management of the conservation units (UC) and public non-state organizations that work in support of co-management are attributed to the responsibility for governing public policies and formulating scientific information to improve local health. In addition to the absence of dialogue, there is also no public agenda within the scope of environmental policy. There are experiences of access to health in rural areas adapted to the socio-environmental context of the reserve; however, they are intermittent. The discursive representations of the collective thinking of socio-environmentalists express knowledge about municipal competencies concerning health and concerns regarding meeting these needs. The meeting of social needs is organized in a conflictual manner, due to the lack of coordination between the several institutions that operate in this territory. The decentralization of competencies and responsibilities over natural resources by the co-management of UC imposed new roles and authorities on the territories.</p> 2020-12-15T20:37:37+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7492 DIVERSIDADE FLORISTICA E ESTRUTURAL DE QUINTAIS AGROFLORESTAIS (QAs) DE UMA ÁREA DE CERRADO, NORTE DA AMAZONIA 2021-01-24T23:24:35+00:00 Priscila Bezerra Souza priscilauft@uft.edu.br Bruno Aurélio Campos Aguiar aguiar.florestal@gmail.com Valéria Cardoso Lopes cardoso.valeria@mail.uft.edu.br Ana Clara Carneiro Fonseca ana_clara@mail.uft.edu.br <p>Os (QAs) promovem a sustentabilidade para milhões de pessoas no mundo, contudo, as pesquisas na área e nos estados do Norte do país são consideradas deficientes ou escassas. Portanto, objetivou-se estudar a florística e a fitossociologia dos (QAs) de uma área de Cerrado do estado do Tocantins. O levantamento foi realizado em quatro (QAs) no reassentamento Mariana, localizado entre os municípios de Palmas e Porto Nacional, Tocantins. Foram instaladas três parcelas de 20x30m em cada (QAs), perfazendo um total de 0,72ha de área amostral, sendo amostrados todos os indivíduos com circunferência altura do peito 1,30 cm do solo (CAP) ≥ a 10cm. A altura média da vegetação no QA1 foi de 4,79m e área basal total de 120,17m²/ha, no QA2 a altura média foi de 5,14m com área basal total de 18,49m²/ha, no QA3 a altura média foi de 3,66m e área basal total de 27,42m²/ha, no QA4 a altura média foi de 5,54m com área basal total de 33,98m²/ha. As dez espécies mais importantes dos quintais representaram juntas 44,26% (IVI), com destaque para: <em>Malpighia&nbsp;glabra, Psidium guajava</em> e <em>Mangifera indica</em> que alcançaram posições de destaque em mais de um (QAs). As dez famílias mais importantes somaram juntas 67,63% do IVI total para todos os QAs, destacando-se Arecaceae, Anacardiaceae e Fabaceae com os maiores (IVI) para todos (QAs) avaliados. O conhecimento desses QAs poderá auxiliar na valoração dos mesmos, além de prover informações científicas para a manutenção da identidade cultural, além de contribuir para a conservação da biodiversidade local.</p> 2020-12-15T21:04:51+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8054 VULNERABILIDADE AMBIENTAL NA SUB-BACIA DO MÉDIO TAPAJÓS (AM-PA) 2021-01-24T23:23:42+00:00 Dênis Gomes deniss.feg@gmail.com Letícia Pereira da Silva goleticia67@gmail.com Aline Maria Meiguins de Lima alinemeiguins@gmail.com <p>O estudo da erosão hídrica do solo na região hidrográfica do Tapajós destaca-se pela expansão das atividades antrópicas na integridade da bacia hidrográfica. Para atender este objetivo foram utilizados dados pluviométricos estimados (GPCC) e topográficos (Imagens SRTM), além da rede hidrográfica (ANA) e indicadores socioambientais (EMBRAPA, IBGE e MMA). No processamento do risco ambiental foi empregado o interpolador Kernel para a densidade de drenagem e de ocupação do território. Como resultado obteve-se que as áreas mais susceptíveis a erosão, correspondem as regiões mais a noroeste, além da borda leste da bacia, indicando uma vulnerabilidade crescente e que responde principalmente ao potencial de antropismo da região.</p> 2020-12-16T18:00:21+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7708 ANÁLISE GEOAMBIENTAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ACARAÚ, CEARÁ, NORDESTE DO BRASIL 2021-01-24T23:23:16+00:00 Vanda Claudino-Sales vcs@ufc.br Ernane Cortez Lima ernanecortez@hotmail.com Simone Ferreira Diniz dinfersim@hotmail.com <p>Os rios e suas bacias hidrográficas são elementos fundamentais para as atividades socioeconômicas. Nesse artigo, analisa-se a bacia hidrográfica do Rio Acaraú, situada no Nordeste setentrional brasileiro, a partir dos seus aspectos geoambientais, pautados na perspectiva do geossistema. Nessa perspectiva, apresenta-se um quadro geoambiental da bacia hidrográfica em questão, bem como dos problemas ambientais que a caracterizam, postulando-se a necessidade de realização desse tipo de análise para definir a bacia como unidade de planejamento ambiental fundamental. A bacia do Rio Acaraú tem características particulares, por se situar em uma região semiárida pobre e extremamente populosa, o que resulta em estresse socioambiental, cujo principal consequência é a degradação ambiental do curso fluvial. Torna-se necessário que as autoridades regionais tomem conhecimento dos elementos geoambientais levantados, para reverter esse quadro de degradação socioambiental do recurso hídrico e permitir o crescimento territorial com base no desenvolvimento sustentável.</p> 2020-12-16T18:34:06+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8163 USO DA ANÁLISE MULTIVARIADA COMO SUPORTE ESTATÍSTICO NA AVALIAÇÃO MACROSCÓPICA DOS IMPACTOS AMBIENTAIS EM NASCENTES NA LOCALIDADE DE CARNE DE VACA, PERNAMBUCO 2021-01-24T23:24:09+00:00 João Carlos Morais de Araújo Júnior jcmorais.araujo@gmail.com <p class="referenciasbibliograficas" style="margin-bottom: 6.0pt; text-indent: 0cm; line-height: normal;"><span style="font-size: 12.0pt; color: black;">Normalmente a relação entre seres humanos e meio ambiente, particularmente os recursos hídricos, nem sempre é harmoniosa e consciente. Nesse contexto, o presente estudo realiza uma avaliação macroscópica dos impactos ambientais observados em três nascentes localizadas em área urbana no povoado de Carne de Vaca, Pernambuco. Através do Índice de Impacto Ambiental em Nascentes e aplicação da análise de componentes principais foi possível a distinção da qualidade ambiental entre as nascentes, bem como os principais impactos ambientais atuantes nesse ecossistema. Dessa maneira, as nascentes apresentam indícios de degradação ambiental, principalmente pelo despejo irregular de resíduos sólidos, uso por humanos e por cemitérios construídos próximos das nascentes. Por meio da análise de componentes principais foram reconhecidos dois grupos com impactos ambientais distintos, o grupo 1 constituído pela nascente 3 apresenta menores impactos e maior conservação ambiental, contudo o grupo 2 formado pelas nascentes 2 e 3 indicam regiões impactadas pelas atividades antrópicas. Nesse contexto, sugerem-se atividades de fiscalização e educação ambiental para a devida conscientização das pessoas que usam essas nascentes, além da análise da qualidade dessa água para verificar se está devidamente enquadrada nos limites estabelecidos pela legislação brasileira.</span></p> 2020-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8187 ANÁLISE MORFOMÉTRICA E DO USO DA TERRA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO DA ONÇA, PRESIDENTE PRUDENTE- SP 2021-01-24T23:22:50+00:00 Edmiler José Silva Degrande edmiler.js@hotmail.com Glauber Verner Firmino glauberverner@gmail.com <p>O presente trabalho visa analisar as características morfométricas e do uso da terra na bacia hidrográfica do córrego da Onça, no município de Presidente Prudente- SP, como subsídio ao planejamento ambiental da área em questão. O estudo parte do pressuposto teórico metodológico exposto por Christofoletti (1980), sendo analisados dados referentes ás características morfométricas: linear, areal e hipsométricas da bacia e ainda de suas relações com u uso da terra Os dados base foram extraídos de imagens <em>Shuttle Radar Topography Mission</em>-&nbsp; <em>SRTM</em>, os quais foram processados nos <em>softwares</em> Arc Gis 10.3 e <em>Google Earth</em>, e então, calculados os valores morfométricos, já o mapeamento do uso da terra foi realizado com o uso de imagens de satélite Landsat 7 e 8. A partir dos resultados quantitativos obtidos, a bacia hidrográfica do córrego da Onça foi classifica como de drenagem dendrítica, possuindo hierarquia de drenagem de 4ª ordem. Sua classificação como retangular, de forma alongada, lhe concede certa estabilidade quanto ao risco de cheias, considerando sua média de precipitação anual, sem eventos extremos. A baixa densidade de drenagem e o médio índice de rugosidade do relevo reforçam o caráter de estabilidade da bacia à picos de cheias, entretanto, a predominância de solos suscetíveis a erosão, além do processo de ocupação inadequada da área, demonstram a necessidade de procedimentos de uso e manejo da terra de modo sustentável. Dessa forma a metodologia aplicada e os resultados obtidos têm se mostrado importantes como ferramenta ao planejamento ambiental e consequentemente na atenuação de impactos ambientais adversos.</p> 2020-12-16T19:45:11+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8277 DIAGNÓSTICO DO USO E COBERTURA DA TERRA NOS RESERVATÓRIOS PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL 2021-01-24T23:22:22+00:00 Aluizio Bezerra Júnior aluiziojunior@outlook.com Agassiel Medeiros Alves Agassiel@yahoo.com.br <p>Objetivo da pesquisa é classificar, mensurar e mapear as dimensões espaciais das classes de uso e cobertura da terra nos reservatórios públicos 25 de Março e Dr. Pedro Diógenes Fernandes, ambos pertencente ao município de Pau dos Ferros, estado do Rio Grande do Norte. Para os procedimentos metodológicos, utilizou-se as técnicas de sensoriamento remoto (SIG Qgis versão Lyon 2.12.3), das imagens de média resolução espacial do satélite SENTINEL 2, sensor MSI (Multispectral Instrument), acompanhado pela chave de interpretação. Os resultados mostrou que há possibilidade de uso sustentável, uma vez que a exploração e conservação permanece em equilíbrio, assim sendo, está pesquisa pode subsidiar à conservação do uso dos recursos naturais no entorno dos reservatórios.</p> 2020-12-16T20:53:25+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8162 A VULNERABILIDADE DOS PESCADORES ARTESANAIS BRASILEIROS: UMA ANÁLISE SOCIODEMOGRÁFICA 2021-01-24T23:21:03+00:00 Rafael Torres rafaelbarsotti@uol.com.br Letícia de Carvalho Giannella leticiagiannella@gmail.com <p>Categoria de fundamental importância no âmbito da pesca profissional no país, os pescadores artesanais vivem, todavia, em condições de vulnerabilidade frente a diversos processos de vulnerabilização que permeiam sua própria reprodução social e cultural. Assim, o objetivo deste artigo é realizar uma análise sociodemográfica desses trabalhadores a fim de contribuir para a elaboração de políticas públicas voltadas à superação de suas condições de vulnerabilidade. Para tanto, refletiu-se sobre a pesca artesanal brasileira, primeiramente, a partir de literatura especializada sobre a temática, com o auxílio dos conceitos de risco, perigo, vulnerabilidade e vulnerabilização. Complementarmente, utilizando o <em>software</em> <em>R-Studio</em> versão 1.1.463, analisou-se regionalmente as características sociodemográficas e dos domicílios dos pescadores artesanais brasileiros a partir dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) anual de 2018. Concluiu-se que esse grupo apresenta características, regionalmente discrepantes, que denotam sua condição de vulnerabilidade que, por sua vez, é acentuada por processos de vulnerabilização, tais como degradação ambiental, industrialização, urbanização, sobrepesca, entre outros, que também apresentam ocorrência diferenciada pelo Brasil. Assim, é preciso que políticas públicas que venham a ser pensadas para esses trabalhadores considerem a complexidade de fatores que configuram tal condição, incluindo as discrepâncias inter-regionais da categoria, incrementando sua capacidade de resposta aos riscos e perigos.</p> 2020-12-17T14:52:51+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/7893 PERFIL AGROSSOCIOECONÔMICO DE PRODUTORES RURAIS NA REGIÃO METROPOLITANA DO CARIRI CEARENSE 2021-01-24T23:20:37+00:00 Anny Kariny Feitosa akfeitosa@hotmail.com Carlos Wagner de Oliveira carlos.wagner@ufca.edu.br <p align="justify"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR">Este artigo tem por objetivo diagnosticar o perfil agrossocioeconômico de produtores rurais na região Metropolitana do Cariri, por meio de um estudo de caso aplicado nos municípios de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha. Para tanto,</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR"> realizou-se entrevista com sessenta agricultores, vinte de cada município, contendo perguntas a respeito da </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR">composição familiar; gênero, idade, estado civil, nível de escolaridade; exercício de outra atividade econômica além da agricultura; renda familiar; assistência técnica; tipo de cultivo; área total da propriedade e área cultivada; implementos agrícolas usados na propriedade; o destino da produção; dentre outros aspectos</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR">. Os resultados encontrados destacam </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR">a</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR"> predominância do gênero masculino (61,7%), </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR"> com faixa etária de 46 a 65 anos (48,3%), </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR">ensino fundamental (46,6%), sendo 70% dos entrevistados entre não escolarizados e com nível fundamental, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR">76,7% entrevistados casados ou em união estável, com renda exclusiva da atividade agrícola de até 1 (um) salário-mínimo, atuando em pequenas propriedades, com área inferior a 5 (cinco) hectares. Dentre os produtos, destacam-se a avicultura, o cultivo de milho e feijão, com principal destino o</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR"> consumo próprio familiar (91,7%), sendo o excedente comercializado em feiras locais (51,7%), entregues para os programas de alimentação escolar</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR"> (30%) e comercializado</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR">, em 25% dos casos, na sede da propriedade. Reforça-se a importância do fortalecimento do setor, por meio da criação de políticas governamentais de apoio e garantia da produção e comercialização na região. </span></span></span></span></p> 2020-12-17T15:31:08+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8434 CONSIDERAÇÕES ACERCA DO PROGRAMA NACIONAL DE FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR (PRONAF) NO PROJETO DE ASSENTAMENTO SANTA ROSA EM ITAQUIRAÍ – MS 2021-01-24T23:20:11+00:00 Vania Olmedo Moura dos Santos vaniasantos9842@hotmail.com Rodrigo Simão Camacho rogeo@ymail.com Cristiano Almeida da Conceição cris87almeida@gmail.com <p>Este artigo tem por objetivo analisar os efeitos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) na produção agrícola, na geração de emprego e renda no assentamento Santa Rosa, localizado no Município de Itaquiraí/MS. Após uma fundamentação teórica sobre o Pronaf e agricultura camponesa sob a ótica da sustentabilidade, apresenta-se os resultados da pesquisa, a qual fora construída a partir de uma abordagem quali/quantitativa baseada em um estudo de caso, com entrevistas e questionários semiestruturados realizadas com os beneficiários do Programa. A partir desta foi possível concluir que o Pronaf contribuiu para o desenvolvimento territorial com sustentabilidade ao elevar a renda, fortalecer a capacidade produtiva da agricultura camponesa e estimular a manutenção local da atividade agrícola de pequena escala, ainda que conte com diversas limitações em relação à sua operação e manutenção.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> 2020-12-17T16:00:32+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8383 USO E CONSERVAÇÃO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE E DE RESERVA LEGAL POR MORADORES DO ASSENTAMENTO BOA VISTA, PONTA PORÃ, MS 2021-01-24T23:19:45+00:00 Leandro Lopes Miranda le_lopes.miranda@hotmail.com Roberto Lobo Munin robertomunin@ufgd.edu.br <p>Os assentamentos rurais devem ser estruturados com base em princípios socioambientais que promovam a integração humano-natureza, de maneira que se estabeleça a agricultura camponesa de uma forma social, econômica e ambientalmente justa e sustentável. Entretanto, muitos moradores acabam aderindo à produção de <em>commodities</em>, que muitas vezes avança sobre Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal (RL). Esse trabalho teve como objetivo investigar o uso e conservação das APPs e RLs pelos moradores do Assentamento Boa Vista, município de Ponta Porã, Mato Grosso do Sul. Avalia também o uso de agrotóxicos pelas famílias e em quais atividades produtivas eles são empregados. A maioria dos moradores entrevistados (73%) afirmou não saber quais atividades produtivas são permitidas de serem desenvolvidas nas áreas de APP e RL. Apesar disso, 46% afirmaram desenvolver algum tipo de atividade nessas áreas, sendo que a apicultura foi apontada por 27%, a agricultura por 4%, e 15% não quiseram dizer qual atividade produtiva desenvolve nas áreas de APP e RL. Uma parte significativa dos proprietários (42%) utiliza agrotóxicos, empregados principalmente no cultivo da soja, sendo o glifosato o mais utilizado. Os resultados do estudo evidenciam um cenário onde boa parte dos moradores produzem soja com o emprego de agrotóxicos ou arrendam parte da área de seus lotes para que terceiros a produzam. Este modelo de cultivo de monocultura coloca em risco a soberania alimentar da comunidade, uma vez que diminui drasticamente o espaço para o cultivo diversificado de alimentos saudáveis, livres de agrotóxicos, gerando fortes impactos socioambientais.</p> 2020-12-17T19:17:25+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/8436 OS CONFLITOS AGRÁRIOS FRENTE AS NOVAS DINÂMICAS TERRITORIAIS NO CAMPO MARANHENSE (1985 – 2018) 2021-01-24T23:19:16+00:00 Thiago Ronyerisson Silva Costa ronyrmm@hotmail.com José Sampaio de Mattos Junior sampaio.uema@gmail.com Ronaldo Barros Sodré ronaldo-sodr@hotmail.com Igor Breno Barbosa de Sousa iggor_breno@hotmail.com <p class="referenciasbibliograficas" style="text-indent: 0cm; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6.0pt 0cm;">O Maranhão é um estado essencialmente agrário, engloba a maior população rural do Brasil, possui ainda uma ordenação fundiária historicamente concentrada, devido ao processo de incorporação e territorialização concebidos pelo capital, processo facilitado em seu contexto histórico pelo aparato do Estado. Assim, o presente artigo se propõe a analisar o papel do Estado e sua dinâmica de transferência do poder ao capital, como fator determinante para o processo de territorialização, este que se materializa em conflitos e exclusão dos trabalhadores no campo maranhense. A pesquisa foi baseada no método materialismo histórico e dialético com abordagem do tipo quantitativa, foram utilizados em complemento a bibliografia especializada no tema, dados secundários e de <em>softwares</em> de tabulação, auditoria de dados e confecção de mapas. Os resultados obtidos elucidam o elevado índice de conflitos por terra no Maranhão, o qual desencadeiam os processos de conflitos e suas conflitualidades no campo. Portanto, é necessário fomentar a articulação de movimentos dentro da estrutura social para estruturar uma política fundiária efetiva, que pode e deve ser parte de uma estratégia política destinada a combater ao mesmo tempo a desigualdade, a miséria e o desemprego e contribuir para superar o atual modelo de concentração fundiária, aplacar o processo de conflitos e conflitualidades e construir uma sociedade onde a vida tenha mais importância que os interesses do capital.</p> 2020-12-18T19:30:02+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/4827 SEMIÓTICA APLICADA AO ESTUDO DA METROPOLIZAÇÃO DO ESPAÇO NO CONTEXTO DA REGIÃO METROPOLITANA DE MANAUS 2021-01-24T23:21:55+00:00 Fredson Bernardino Araújo da Silva fbernardino1997@gmail.com Marcos Castro de Lima castrolmar@bol.com.br <p>A Região Metropolitana de Manaus - RMM é juridicamente estabelecida, porém, no que tange a expressão socioespacial, ainda se encontra em desenvolvimento. O recorte consta da metrópole e a parte sul região metropolitana, principalmente o município de Iranduba. A presente proposta tem o objetivo de entender as dinâmicas internas da RMM por meio do processo de metropolização do espaço associado ao discurso que procura justificá-lo. Trata-se de uma análise geográfica, a partir da semiótica, da estrutura da linguagem, ou melhor, do discurso da metropolização na RMM por parte do Estado. Não obstante, sem olvidar a importância dos consumidores e modeladores do espaço urbano para os processos de extensificação da metrópole. Esta pesquisa, portanto, discute elementos da metropolização do espaço e como ela aparece por meio do discurso, muito evidenciado como um aspecto do moderno tendo como principal agente (na Amazônia Ocidental), o Estado.</p> 2020-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 REVISTA GEONORTE