//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/issue/feedEducamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente2026-01-01T11:22:55+00:00Suely Aparecida do Nascimento Mascarenhassuelyanm@ufam.edu.brOpen Journal Systems<p>A Revista <em>Revista EDUCAmazônia - Educação Sociedade e Meio Ambiente</em>, um periódico científico do domínio das Ciências Sobre o Humano e sua relação com o Ambiente, sediado no interior da Amazônia (2008-2024) celebra com entusiasmo, gratidão e alegria 16 anos de criação.</p> <p>Ao longo dos 16 anos de contribuição com a divulgação científica qualificada, registramos centenas de artigos inéditos de diversos pesquisadores de universidades do Brasil e do exterior.</p> <p>Nossos elevados agradecimentos aos integrantes da comissão científica, equipe de redação que nos acompanha desde a criação e aos colegas que ingressam a´pós a primeira década do periódico, bem vindos (as).</p> <p>Agradecemos também a todos os autores que colaboraram com o enriquecimento do acervo da Revista, aos colegas que trabalham na publicação e atualização do site e da Editora da Universidade Federal do Amazonas que desenvolvem a publicação da versão impressa.</p>//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/19108APRESENTAÇÃO: TEMAS LIVRES EM EDUCAÇÃO, SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE2025-12-05T21:09:38+00:00Equipe Editorialjordeanes@ufam.edu.br<p>APRESENTAÇÃO: TEMAS LIVRES EM EDUCAÇÃO, SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/19107TEMAS LIVRES EM EDUCAÇÃO, SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE2025-12-05T20:55:02+00:00Equipe Editorialjordeanes@ufam.edu.br<p>O sumário apresenta os temas centrais relacionados à educação, sociedade e meio ambiente, com uma estrutura que inclui tanto temas livres quanto dossiês temáticos. Os temas livres permitem uma abordagem ampla, trazendo reflexões e discussões diversificadas sobre a relação entre esses três campos, destacando como se interconectam nas esferas social e ambiental. O objetivo é promover uma compreensão integrada e crítica, essencial para o desenvolvimento de soluções sustentáveis e inclusivas nas diferentes esferas da sociedade.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18647ANÍSIO TEIXEIRA E A UNIVERSIDADE: A CONSTRUÇÃO DA CONCEPÇÃO DE UM MODELO UNIVERSITÁRIO NO BRASIL 2025-09-09T18:20:20+00:00Vanessa Alves Bertolletivanessabertolleti@hotmail.com<p>Este artigo tem como objetivo discutir a contribuição intelectual de Anísio Teixeira sobre a universidade brasileira. Para isso, procura-se, estabelecer a concepção educacional que permeia a produção bibliográfica do autor no que se refere ao ensino superior, com a finalidade de enfatizar o modelo organizativo proposto pelo educador para a universidade nacional, em relação à estrutura curricular e administrativa da instituição. A análise toma o referencial do sociólogo francês Pierre Bourdieu como embasamento teórico, apoiando-se, principalmente, nos conceitos de campo, trajetória social e <em>habitus</em>. A pesquisa, de cunho bibliográfico, está fundamentada nas obras de Anísio Teixeira, dentre as quais se destacam seus escritos sobre a universidade e de seus contemporâneos e comentadores. Observa-se que Anísio Teixeira ressaltou em seus escritos a importância da construção de uma universidade brasileira pautada no conhecimento nacional, no desenvolvimento e preparação dos profissionais, por meio de uma formação ampla, com base no alargamento da mente humana e no conhecimento adquirido e reelaborado intelectualmente pelos agentes, em um constante processo de construção do saber. Destacou a necessidade da progressiva adaptação estrutural da instituição universitária, ressaltando a necessidade de um ajustamento curricular que contemplasse o ingresso, a permanência, a progressão nos estudos e a inserção no campo profissional.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18902A AYAHUASCA NA LITERATURA, UMA PEQUENA HISTORIOGRAFIA2025-11-15T01:21:58+00:00Eunice Coelho da Conceiçãoeunicecoelhoxama@gmail.comClarides Henrich de Barbaclarides@unir.br<p>Apresenta-se, no presente estudo, uma proposta de uma historiografia da literatura amazônica em textos cuja produção é objetivada em narrativas, mitos e lendas da floresta amazônica, ligadas a ayahuasca, aos povos indígenas e as igrejas que foram fundadas por caboclos, imigrantes do nordeste, centro-oeste e sul, que tiveram contato com o chá diretamente com as populações indígenas, que já conheciam e faziam uso do caapi, ayahuasca ou yagé, há sete séculos a.C., aproximadamente. Desse contato, surgiram às igrejas Daime (1930), Barquinha (1945), União do Vegetal (1960), Núcleo da Divina Luz (2000), além de outras, e, na esteira, veio a literatura, que é o objeto da pesquisa. Assim, procura-se apresentar uma amostragem da literatura que se relaciona ao chá, aos indígenas, xamãs e igrejas, seu contexto e uma biografia resumida dos autores e autoras.</p> <p><strong>Palavras-Chave: </strong>Historiografia Literária. Ayahuasca. Estudos Iniciais. </p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18760APRENDIZAGEM POR SIMULAÇÕES E ROLE-PLAY NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL2025-10-09T05:37:54+00:00Arthur Poziomyckarthuropoz@hotmail.com<p>A Educação Ambiental está formalmente consubstanciada na legislação brasileira e contemplada pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), entre os objetivos fundamentais da Educação Ambiental, estabelece a compreensão integrada do meio ambiente, em suas múltiplas e complexas relações. Com base nisso, este artigo discute o uso das técnicas de simulações e role-play como ferramenta pedagógica no contexto da Educação Ambiental. Para tanto, mobiliza a teoria da aprendizagem experiencial e estudos empíricos sobre a aplicabilidade e o potencial da abordagem simulada, com destaque para questões como a compreensão de fenômenos complexos em contextos voláteis e incertos, o desenvolvimento da empatia e o engajamento estudantil. Por fim, argumenta que o uso estratégico da abordagem simulada pode contribuir para a Educação Ambiental e a formação de cidadãos. </p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18397ATIVIDADES ARTÍSTICAS COM DEFICIENTES INTELECTUAIS (DI) NAS TAREFAS DA OFICINA DE ARTES 2025-07-18T01:20:44+00:00Cristiane Anita Furlanettofurlanettoanita@gmail.comDaniel Oliveira de Souzaclarides@unir.brClarides Henrich de Barbaclarides@unir.br<p>Este artigo tem como objetivo demonstrar como a Arte pode contribuir na educação de alunos DIs numa das práxis pedagógica de estudantes do Ensino Especial na cidade de Porto Velho. Adotou-se a pesquisa descritiva cuja com uma professora que avaliou 10 (dez) alunos durante o atendimento nas atividades extraclasses fazendo referência com as contribuições das práticas de sala de aula para o desenvolvimento do aluno nas tarefas aplicadas na oficina. Realizou-se um questionário com a Professora com a finalidade de avaliar a Oficina de Artes como uma atividade extracurricular realizada na Escola Estadual de Educação Especial Abnael Machado de Lima. Os resultados apontam que a partir de tarefas nas Artes promotoras em vários aspectos do desenvolvimento intelectivo que corroboram com as práticas de sala de aula.</p> <p><strong>Palavras Chave</strong>: Atividades Artísticas. Deficientes intelectuais. Oficinas de Artes.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18758AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE (Tagetes patula L.) EM DIFERENTES SUBSTRATOS 2025-10-08T22:21:58+00:00Laís de Paula Ribeirolaysdepaula2@gmail.comLucas Gabriel Silva Barrosolucasbarroso360@gmail.comRenan Rodrigues da Conceiçãorenanrodriguesxr@gmail.comPerla Joana Souza Gondimperlagondim@ufam.edu.br<p>Tagetes patula L. pertencente à família Asteraceae, popularmente conhecida como cravo-de-defunto, é uma planta de ciclo anual, fácil de cultivar e que se adapta bem em climas tropicais. Possui folhas compostas e belas flores de coloração variegada, é uma planta vastamente utilizada na ornamentação, e apesar desse fator existem poucos ou nenhum estudo sobre a espécie no ramo da floricultura, a realização de estudos na área que visem melhores condições de cultivo de T. Patula, é de suma importância, já que estas espécies têm potencial para comercialização, alimentação, uso medicinal, entre outros. Com isso, o objetivo foi avaliar o desenvolvimento das plantas de Tagetes patula L. cultivados sob diferentes substratos. Os ensaios analisaram os efeitos dos substratos no desenvolvimento de plantas de (Tagetes patula L.) Foram utilizados os seguintes substratos: solo substrato comercial - Tropstrato (T1), sendo este utilizado como controle; vermiculita fina expandida (T2) e solo argiloso (T3). Os tratamentos de substratos foram dispostos em bandejas de poliestireno expandido (isopor) para facilitar o processo germinativo, as amostras foram divididas em 3 tratamentos com 5 repetições cada. Como observado nos resultados, o solo argiloso foi o que obteve pior desempenho nas variáveis avaliadas dentre todos os tratamentos, e de forma geral o substrato comercial obteve o melhor desempenho, com maior diâmetro do caule e tamanho da raiz, maior número de folhas e altura da planta.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18518CONTRIBUIÇÕES DOS SABERES TRADICIONAIS PARA CONSERVAÇÃO DA AMAZÔNIA LEGAL2025-08-07T21:36:48+00:00Wendel Patrick Gomes Marqueswendelmarques0@gmail.com<p>A Amazônia Legal possui uma rica diversidade ecológica e cultural, lar de comunidades tradicionais que detêm um vasto conhecimento intergeracional. Essa sabedoria é a base da etnoconservação, que une manejo sustentável, organização social e valores culturais para proteger a biodiversidade. Esta pesquisa analisa a produção científica na Amazônia entre 2016 e 2025, com foco em práticas e saberes tradicionais. A metodologia foi qualitativa, com seleção criteriosa de 22 estudos extraídos de bases acadêmicas. A análise evidenciou cinco dimensões inter-relacionadas: <em>cultural</em> (mitos e tabus), <em>social e política</em> (organização comunitária e papel das mulheres), <em>econômica</em> (práticas agroextrativistas sustentáveis), <em>ecológica</em> (conhecimento sobre fauna, flora e ciclos naturais) e <em>educacional</em> (transmissão de saberes). Apesar da eficácia dessas práticas, desafios como a ausência de políticas públicas e a perda de crenças persistem. Os conhecimentos tradicionais oferecem contribuições significativas para a conservação, é uma ferramenta vital para a gestão ambiental, e a etnoconservação deve ser fortalecida com políticas públicas integradas, assistência técnica, direitos territoriais e apoio à governança comunitária, tornando a conservação mais democrática e alinhada aos modos de vida locais no enfrentamento aos desafios socioambientais contemporâneos.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18944DESVENDANDO O RACISMO ESTRUTURAL: CLASSES, RAÇAS E O DESAFIO À DEMOCRACIA2025-11-21T20:07:35+00:00Isabelly Santos Macielisabellymaciel581@gmail.comCaroline Pereira Nunescarolnunes770@gmail.comRosiquerli Silva de Lima querlilima035@gmail.comJoselia Nunes de Castrojoseliahta3373@gmail.comJordeanes do Nascimento Araújo jordeanes@ufam.edu.br<p>O presente artigo investiga o racismo estrutural no Brasil (especificamente no município de Humaitá) com base nas obras de Guimarães, Kilomba e Schwarcz, e em entrevistas realizadas com moradores da cidade de Humaitá-AM. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, articulando teoria e prática para compreender como o racismo se manifesta nas instituições, nas relações sociais e no cotidiano. São analisadas as raízes históricas da exclusão racial, desde o período colonial até os dias atuais, evidenciando desigualdades persistentes nos campos da educação, trabalho, saúde, mídia e políticas públicas. Os relatos dos participantes revelam experiências de discriminação velada e explícita, reforçando estigmas e marginalizações. A escola e a mídia são destacadas como espaços de reprodução de estereótipos, enquanto políticas afirmativas, como cotas raciais e formação antirracista, são apontadas como estratégias fundamentais para o enfrentamento dessas desigualdades. A pesquisa conclui que o racismo estrutural compromete a democracia e exige ações concretas para sua superação. Valorizar as vozes dos sujeitos afetados e promover uma educação crítica são passos essenciais para a construção de uma sociedade mais justa, plural e inclusiva.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18857DIREITO, CULTURA E SUSTENTABILIDADE: A BIBLIOTECA COMUNITÁRIA A CASA AMARELA COMO ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO SOCIAL2025-10-30T20:13:43+00:00Samara de Souza Candido Calado Ferreirasamaracalado@outlook.comCarolina Araújo de Azevedo Pizoeiro Gerolimichazevedocarolina03@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo investiga a Biblioteca Comunitária A Casa Amarela enquanto modelo concreto de governança cultural sustentável, analisando sua capacidade de operacionalizar, no âmbito local, os princípios e diretrizes que orientam a agenda global contemporânea da UNESCO e do G20. A partir de uma abordagem qualitativa e do método de estudo de caso, combinando análise documental, observação participante e revisão bibliográfica interdisciplinar, demonstra-se que a biblioteca constitui um ecossistema de inovação social onde se efetivam direitos fundamentais mediante arranjos institucionais híbridos que integram Estado, comunidade e terceiro setor. A investigação detalha como suas práticas pedagógicas socioambientais - oficinas de reciclagem, formação de agentes mirins, estudos da fauna local - articulam-se com iniciativas de economia criativa solidária e mecanismos de gestão comunitária dos bens comuns, gerando tecnologias sociais com elevado potencial de replicabilidade em contextos periféricos urbanos. Os resultados evidenciam que o modelo institucional da Casa Amarela transcende significativamente a função tradicional de biblioteca, convertendo-se em infraestrutura social estratégica para o desenvolvimento territorial sustentável, onde cultura, educação ambiental e cidadania se entrelaçam em experiências de aprendizagem significativa. Conclui-se que iniciativas como esta apontam para a emergência de um novo paradigma de políticas públicas culturais, descentralizado, participativo e radicalmente enraizado nos territórios, onde o direito à cultura, reinterpretado à luz da sustentabilidade e da inovação social, revela-se dimensão essencial para a construção de sociedades mais justas, inclusivas e resilientes.</span></p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18802EDUCAÇÃO AMBIENTAL E FORMAÇÃO DOCENTE: O ZOOLÓGICO COMO ESPAÇO NÃO FORMAL DE APRENDIZAGEM2025-10-24T14:52:58+00:00Radilson Gois Silvaradilsongois@gmail.comHevelin Brice Souza Pereirahevelinbrice@gmail.comAmanda Sampaio Batistaamanda.sampab@gmail.comMaria Fernanda Souza Oliveira marias.fernandas15@gmail.com<p>Este estudo investiga a contribuição de uma visita técnica a um zoológico na formação de licenciandos em Ciências Biológicas, com ênfase na Educação Ambiental e na observação comportamental de vertebrados. De natureza qualitativa, observacional e descritiva, a pesquisa articulou os conteúdos da disciplina Fisiologia Animal Comparada à prática de campo, proporcionando aos discentes experiências concretas em um ambiente não formal de aprendizagem. As observações indicaram que fatores como o espaço físico, os estímulos ambientais e a interação humana exercem influência sobre o comportamento dos animais em cativeiro, revelando tanto padrões naturais quanto respostas adaptativas. Para além do aspecto científico, a atividade promoveu reflexões éticas e pedagógicas acerca do papel dos zoológicos na conservação da fauna e na Educação Ambiental. Conclui-se que as visitas técnicas fortalecem a formação docente ao favorecer a integração entre teoria e prática, o desenvolvimento da consciência ecológica e a construção de saberes orientados para a sustentabilidade.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18414EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO DE QUÍMICA NA AMAZÔNIA: ENTRE A CRISE CLIMÁTICA, A FORMAÇÃO DOCENTE E A PRÁTICA ESCOLAR2025-07-20T13:59:05+00:00Simone Rodrigues Silvasimone.rodrigues@ufrr.br<p>A crise climática e os desafios socioambientais da Amazônia demandam uma reconfiguração profunda da formação docente em Química e de suas práticas pedagógicas. Este artigo analisa como a Educação Ambiental (EA) tem sido incorporada nos currículos das licenciaturas em Química das Universidades Federais da Região Norte e como ela se manifesta nas práticas escolares de professores do ensino médio em Boa Vista-RR. A partir de uma abordagem qualitativa e análise documental de Projetos Pedagógicos de Curso (PPCs), além de um estudo de caso com 27 professores, discutem-se os limites da abordagem técnico-disciplinar da Química Ambiental e as possibilidades de uma transversalidade crítica. Os resultados indicam fragilidades curriculares, falta de formação específica e ausência de integração entre ciência, sociedade e ambiente. Conclui-se que é urgente investir em políticas públicas, formação crítica e práticas pedagógicas interdisciplinares e contextualizadas. O estudo revela que, apesar das lacunas curriculares, há potencial formativo nas experiências docentes locais para uma EA crítica no ensino de Química.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18736EDUCAÇÃO AMBIENTAL: PERCEPÇÃO DE ALUNOS A PARTIR DE UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NO MUNICÍPIO DE LAMARÃO – BAHIA2025-10-02T15:22:31+00:00Radilson Gois Silvaradilsongois@gmail.comHevelin Brice Souza Pereirahevelinbrice@gmail.comMaria Auxiliadora Freitas dos Santosmaria.santos@ifbaiano.edu.brLhorane dos Santos Ferreira lhoferreira89@gmail.com<p>A Educação Ambiental é entendida como um processo participativo que busca reduzir os impactos ambientais e promover a preservação dos recursos naturais, sendo a escola um espaço indispensável para a formação de conhecimentos, valores e atitudes voltados à sustentabilidade. Esta pesquisa foi desenvolvida em uma escola pública localizada no município de Lamarão-BA, pertencente ao Território do Sisal. O objetivo deste trabalho consistiu em investigar de que forma as práticas pedagógicas voltadas à Educação Ambiental se articulam com a percepção ambiental de estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental. Como alternativa para enfrentar os desafios, foram propostas intervenções pedagógicas que estimulam a sensibilização ambiental, motivando os adolescentes a valorizar o ecossistema. O estudo fundamentou-se na metodologia da pesquisa-ação, com questionários como instrumento de coleta de dados. Os resultados indicaram que as ações de Educação Ambiental desenvolvidas na unidade escolar despertaram maior interesse dos estudantes pelo meio ambiente, promovendo aprendizagens significativas e estimulando a análise crítica. O estudo mostrou ainda que a inserção de práticas ambientais no cotidiano escolar amplia a visão dos alunos sobre o meio ambiente, demonstrando que a continuidade dessas práticas no contexto escolar é fundamental para a formação de cidadãos conscientes, críticos e comprometidos com a sustentabilidade.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18668EDUCAÇÃO DO CAMPO NO SUL DO AMAPÁ: CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA PEDAGÓGICA NOS ANOS INICIAIS2025-10-17T21:12:00+00:00Maria de Belém Brandão Andrade Ferreiramaria.ferreira@ifap.edu.br<p>Este artigo tem como objeto de estudo a prática pedagógica no contexto ribeirinho de Laranjal do Jari, no estado do Amapá, focando na escola, nos saberes locais e como esses conhecimentos são trabalhados pelos professores ribeirinhos. A pesquisa é orientada pelos princípios da Educação do Campo, envolvendo as lutas sociais, o direito ao conhecimento científico e a valorização da cultura local. O estudo analisa a relação entre a prática pedagógica na escola e a vida na Reserva Extrativista do Rio Cajari, na Comunidade Martins, com foco nos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Os objetivos específicos incluem caracterizar a interação entre a prática pedagógica e a comunidade escolar, bem como a relação dos extrativistas com a cultura local, suas crenças, trabalho e vivências. A pesquisa busca responder à questão: Como os saberes da identidade cultural local são trabalhados na prática pedagógica dos professores ribeirinhos? Os principais resultados mostram a desconexão entre o currículo escolar e as práticas culturais locais, além da necessidade de um ensino mais contextualizado e relacionado à realidade da comunidade. As conclusões apontam para a importância de uma educação que reconheça e valorize as culturas locais, promovendo a autonomia e o fortalecimento da identidade dos sujeitos.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18821EDUCAÇÃO INTERCULTURAL POR MEIO DE UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA INTERDISCIPLINAR NA ÁREA DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS 2025-10-28T12:52:32+00:00Ana Cristina Silva Daxenbergerana.daxenberger@gmail.comNathali Gomes da Silvanathali.gomes@academico.ufpb.brRosivaldo Gomes de Sá Sobrinhorosivaldo.sa@academico.ufpb.brJenifer Alexandrejenifer.a.dias@gmail.com<p>O presente trabalho descreve uma sequência didática desenvolvida no âmbito do Programa de Incentivo à licenciatura -PROLICEN (edição 2024/2025), no curso de Ciências Biológicas, articulando conteúdos de biologia e cultura afro-brasileira. A proposta buscou promover o reconhecimento da diversidade étnico-racial, a valorização dos saberes tradicionais afrodescendentes e a integração entre ciência, arte e identidade cultural. Por ser um relato de prática a abordagem é qualitativa de cunho descritivo analítico, construído por meio das observações e registros dos licenciados envolvidos, tendo as ações ocorridas entre os meses de julho a agosto de 2025. A sequência didática foi desenvolvida em cinco encontros, com atividades expositivas, rodas de conversa, práticas corporais, registros artísticos e socialização final, incentivando reflexão crítica, expressão de identidade e fortalecimento da autoestima dos estudantes. Além disso, a ação se apoiou nas diretrizes da BNCC e nas Leis 10.639/03 e 11.645/08, reforçando o papel da escola na promoção de educação inclusiva e no combate ao racismo.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18793A EDUCAÇÃO, DIREITOS HUMANOS E DIREITO ANIMAL: VÍNCULOS E RESPONSABILIDADES COMPARTILHADAS ENTRE ESCOLAS, EMPRESAS E SOCIEDADE CIVIL2025-10-23T20:28:35+00:00Geovana Paraiba Brumgehbrum@gmail.com<p>A presente pesquisa é uma análise sobre a relação entre educação, direitos humanos e direito animal, enfatizando a responsabilidade que é compartilhada entre as escolas, empresas e sociedades civil. Propõe-se a inclusão do direito animal na educação básica, tendo como fundamento a senciência dos animais e o combate ao especismo, discutindo legislações e obras autores como Singer e Regan. A questão central que será analisada é como diferentes setores podem atuar conjuntamente em promover uma educação ética e socioambiental interespécies. Os objetivos específicos são: investigação sobre a abordagem dos direitos humanos e animais em práticas educacionais; compreender o papel das instituições na formação da consciência crítica; e propor estratégias colaborativas. O método utilizado é o de pesquisa básica, com revisão bibliográfica e documental, analisando publicações e fontes jurídicas relacionadas ao tema.</p> <p> </p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18386TEMPORAL EFFECT ON PREDATION OF ASTYANAX LACUSTRIS AND POECILIA RETICULATA FINGERLINGS BY ODONATA NYMPHS IN AN EXPERIMENTAL ENVIRONMENT2025-07-17T03:40:13+00:00Amanda Stoccoamanda.stocco61@estudante.ufscar.brJoão Ânderson Fulanjoaofulan@ufscar.brReinaldo José de Castroreinaldocastro@ufscar.br<p>The Legal Amazon boasts a rich ecological and cultural diversity, home to traditional communities that hold vast intergenerational knowledge. This wisdom forms the basis of ethno-conservation, which combines sustainable management, social organization, and cultural values to protect biodiversity. This research analyzes scientific production in the Amazon between 2016 and 2025, focusing on traditional practices and knowledge. The methodology was qualitative, with a careful selection of 22 studies extracted from academic databases. The analysis revealed five interrelated dimensions: cultural (myths and taboos), social and political (community organization and the role of women), economic (sustainable agro-extractive practices), ecological (knowledge about fauna, flora, and natural cycles), and educational (knowledge transmission). Despite the effectiveness of these practices, challenges such as a lack of public policies and the loss of traditional beliefs persist. Traditional knowledge offers significant contributions to conservation; it is a vital tool for environmental management. Ethno-conservation must be strengthened with integrated public policies, technical assistance, territorial rights, and support for community governance, making conservation more democratic and aligned with local ways of life in addressing contemporary socio-environmental challenges.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18899EXTRATIVISMO E COLONIALISMO DE DADOS NA TERRA DO AIPIM: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO HORTÊNCIO – RS2025-11-10T19:24:15+00:00Cláudio Gerhardtclaudio.gerhardt@edu.saojosedohortencio.rs.gov.br<p><span style="font-weight: 400;">Inseridos em uma sociedade caracterizada pela multitarefa e pela busca incessante por eficiência máxima, destaca-se o papel das tecnologias na otimização das atividades diárias. Tal cenário motivou a questão central desta pesquisa: como ocorre o processo de informação da população de São José do Hortêncio acerca do extrativismo e colonialismo de dados? O estudo tem como objetivo principal compreender o funcionamento do extrativismo de dados, avaliar o nível de conhecimento da comunidade sobre o tema e investigar estratégias para resistir às lógicas capitalistas que influenciam as subjetividades locais. De caráter qualitativo, a pesquisa foi desenvolvida em duas etapas: uma análise documental, baseada em materiais disponíveis no portal de periódicos da Capes, e um estudo de caso conduzido por meio da aplicação de questionários digitais aos moradores de São José do Hortêncio. Os resultados revelaram que o conhecimento da população sobre o conceito de extrativismo de dados é limitado, frequentemente restrito à associação com fraudes financeiras, sem abordar sua complexidade e as práticas corporativas envolvidas. Essa desconexão evidencia a necessidade urgente de ações educativas e de conscientização, de modo a capacitar os indivíduos a reconhecer e questionar as dinâmicas de poder que moldam suas interações no ambiente digital.</span></p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18374IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS CAUSADOS POR CEMITÉRIOS PÚBLICOS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA2025-07-20T19:25:17+00:00Gabriela Moreira dos Santosggabrielamoreiras@gmail.comClaudionor de Oliveira Silvaclaudionor.silva@universo.univates.brNicholas Joseph Tavares da Cruznicolas.cruz@feac.ufal.brMarcílio Ferreira de Souza Júniormarcilio.souzajr@ufrpe.br<p>Esta Revisão Sistemática da Literatura (RSL) teve o objetivo de identificar os impactos socioambientais causados por cemitérios públicos. A pesquisa foi realizada nas bases de dados CAPES, Google Acadêmico e Scielo, identificando 1420 artigos, dos quais 27 foram selecionados para análise. Os impactos identificados incluem a contaminação dos aquíferos e solos devido à lixiviação de metais e necrochorume, além da geração de resíduos sólidos como papel, plástico, metais, restos de coroas, flores, velas e materiais de construção. Os resultados evidenciaram que a gestão dos resíduos cemiteriais é inadequada e carece de planejamento ambiental eficiente. Foi constatada a necessidade de melhorias nas legislações ambientais e na adoção de tecnologias sustentáveis para minimizar os danos ambientais. Como proposta de intervenção, sugere-se a elaboração de Planos de Gestão de Cemitérios e a adoção de métodos como a compostagem humana, a criação de cemitérios verticais e o uso de técnicas de biorremediação. A discussão aponta a urgência de regulamentações atualizadas e a implementação de estratégias ambientais para mitigar os impactos negativos dos cemitérios públicos. Conclui-se que há uma necessidade premente de melhorias na gestão ambiental desses espaços de forma a garantir a sustentabilidade e a proteção dos recursos naturais.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Cemitérios públicos, Impactos ambientais, Gestão de resíduos, Sustentabilidade.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18953INOVAÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA ALUNOS AUTISTAS: ANÁLISE DA LITERATURA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS RECOMENDADAS2025-11-24T18:24:07+00:00João Paulo Elias Oliveiraeliasjoaopaulo28@gmail.comHorasa Maria Lima da Silva Andradehorasa.silva@ufape.edu.brLuciano Pires de Andradeluciano.andrade@ufape.edu.com.brLuciana Maia Moserluciana.maiaoliveira@ufrpe.br<p>A Educação Ambiental é um princípio essencial em todos os níveis de ensino e em todos os contextos educacionais, estendendo-se também à comunidade com o objetivo de capacitá-la e incentivá-la a proteger o meio ambiente. Dada a sua importância, é fundamental garantir que todos os estudantes, incluindo aqueles elegíveis à educação especial, tenham acesso a essa educação. Nessa perspectiva, este estudo tem como objetivo analisar a literatura existente sobre educação ambiental para crianças com autismo e identificar práticas recomendadas para a implementação dessa educação em contextos inclusivos. Para tanto, adotou-se uma abordagem qualitativa, analisando seis estudos empíricos publicados entre 2014 e 2024. Os resultados indicam uma literatura incipiente e recente, com práticas adaptadas demonstrando eficácia na promoção da inclusão e conscientização ambiental. Intervenções práticas, como plantio de mudas e confecção de materiais didáticos, mostraram-se bem-sucedidas em engajar e educar alunos com autismo. Conclui-se que a integração da educação ambiental com estratégias inclusivas pode ser realizada de forma significativa ao considerar as especificidades do autismo e adaptar práticas pedagógicas. Espera-se que futuras pesquisas expandam a base de conhecimento e promovam estratégias inclusivas na educação ambiental. </p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18851INTERFACES FORMATIVAS ENTRE A EDUCAÇÃO FORMAL, NÃO FORMAL E INFORMAL: CONTRIBUIÇÕES À FORMAÇÃO DOCENTE A PARTIR DAS VIVÊNCIAS NA ESCOLA SABATINA2025-10-30T17:32:07+00:00Natacha Dias Fariasdiasnatacha0805@gmail.comJonise Nunes Santos Jonise@ufam.edu.br<p>O presente estudo investiga as contribuições das modalidades de Educação Não Formal e Informal para a formação docente, a partir da Escola Sabatina da Igreja Adventista do Sétimo Dia. A pesquisa, de abordagem qualitativa, fundamenta-se em revisão bibliográfica, análise documental e um relato de experiência. Os resultados indicam que a Escola Sabatina, embora seja um espaço religioso, estrutura-se com elementos pedagógicos intencionais que se assemelham à Educação Formal (currículo, organização em classes) e Não Formal (metodologias participativas, desenvolvimento de competências sociais e de liderança), sendo complementada pela Educação Informal (interações comunitárias). Conclui-se que a vivência nesse espaço contribui significativamente para a formação integral do professor, desenvolvendo habilidades pedagógicas, éticas e sociais que são transferíveis para a prática docente em ambientes escolares formais, reforçando a importância de reconhecer a pluralidade dos espaços formativos.</p> <p> </p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/19041MIGRAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA IRREGULAR E EDUCAÇÃO: HISTÓRIAS DE TENTATIVAS, RETORNOS E ASPIRAÇÕES2025-11-30T19:49:48+00:00Wilfido Bosbelí Félix López wilwfelix@gmail.com<p>A Guatemala apresenta um dos índices mais altos de migração infantil e adolescente na América Central. Em Huehuetenango, departamento fronteiriço com o México, numerosos estudantes abandonam as salas de aula em busca do “sonho americano”. Em 2018 registrou-se um recorde de mais de 23.000 estudantes que deixaram o sistema educativo para empreender a travessia migratória. O objetivo deste estudo foi identificar os fatores associados à migração transfronteiriça irregular de estudantes do Instituto Nacional de Educação Secundária da aldeia Suculque, Huehuetenango. Empregou-se o método de estudo de casos, incluindo três estudantes e o diretor, que contribuiu para a triangulação das informações. O estudo seguiu uma abordagem qualitativa com desenho descritivo, utilizando entrevistas em profundidade e observação não participante. Os resultados evidenciam três causas principais: pobreza, reunificação familiar e busca de melhores oportunidades de trabalho, considerando os Estados Unidos como principal referência para alcançar tais propósitos.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18945O RACISMO AMBIENTAL PRESENTE NAS ALAGAÇÕES DO RIO MADEIRA NA CIDADE DE HUMAITÁ-AM2025-11-21T20:39:51+00:00Rozinete da Silva Souzarozisilva471@gmail.comVitória Mendonça Azevedomendoncavitoria153@gmail.comWelterley Soares de Oliveirasoareswelterley@gmail.comMárcio da Costa da Silvamarcioxxzzss@gmail.comJordeanes do Nascimento Araújojordeanes@ufam.edu.br<p>A pesquisa de campo realizada em Humaitá-AM analisou como as enchentes do Rio Madeira evidenciam o racismo ambiental. Moradores de bairros vulneráveis, em sua maioria negros e de baixa renda, relataram perdas de casas, móveis e condições de vida. Muitos citaram doenças como malária, falta de água potável, dificuldade de deslocamento e ausência de abrigos adequados. Os relatos mostram sentimento de abandono e falta de políticas públicas eficazes. A ajuda governamental aparece de forma tardia e insuficiente, reforçando desigualdades sociais e ambientais. Observou-se também infraestrutura precária, falta de saneamento e pouca atenção preventiva. A situação revela como desastres ambientais afetam de forma desigual populações marginalizadas. O estudo destaca a importância da justiça ambiental e da inclusão dessas comunidades nas decisões sobre seus territórios.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18942O RACISMO ESTRUTURAL NO COTIDIANO DE HUMAITÁ – AM2025-11-20T22:03:47+00:00Esle Gomes Nogueiraesle.nogueira@ufam.edu.brNayemile Lopes Vaznayemile.vaz@ufam.edu.brJordeanes do Nascimento Araújojordeanes@ufam.edu.br<p>O artigo analisa o racismo estrutural no Brasil, rompendo com o mito da democracia racial e definindo-o como uma lógica social que perpetua a exclusão negra e indígena, enraizada na escravidão. No Amazonas, essa estrutura se manifesta de forma interseccional, impactando populações tradicionais e articulando-se com o racismo ambiental. O estudo qualitativo, realizado em Humaitá/AM, entrevistou sete pessoas negras e revelou que o racismo é uma realidade cotidiana e multifacetada, manifestando-se como racismo recreativo (insultos disfarçados de humor), violência simbólica (olhares) e discriminação interpessoal (no trabalho e na vizinhança). Os relatos mostram o sofrimento e a dor causados por essa exclusão, mas também revelam estratégias de resistência que variam da resignação à defesa ativa da dignidade, incluindo o recurso a denúncias legais. A conclusão é que, para superar o racismo na região, é necessária uma transformação profunda das estruturas de poder e a construção de uma sociedade baseada na justiça racial e na equidade.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18411O ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DA APRENDIZAGEM BASEADA EM EQUIPES NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS2025-07-19T20:51:28+00:00Kaila Almeida da Silvakailaalmeida55@gmail.comKlenicy Kazumy de Lima Yamaguchiklenicy@gmail.com<p>As metodologias ativas são abordagens metodológicas que vem ganhando destaque na educação. Elas envolvem o protagonismo dos discentes, seja de forma individual ou em equipes para trabalharem juntos em projetos e atividades de aprendizagem de forma colaborativa com o professor. objetivo deste artigo foi descrever a aplicação do modelo ABE em uma turma de 1º do Ensino Médio da EJA em uma escola de ensino Básico durante o projeto Residência Pedagógica (RP). O estudo tratou de um projeto de intervenção dentro do Programa Residência Pedagógica, da Universidade Federal do Amazonas, na cidade de Coari, Amazonas, sobre a temática ligação química e teve público-alvo, 4 discentes do EJA. A pesquisa possuiu abordagem qualitativa e ocorreu em 5 etapas: Planejamento, apresentação do tema, preparação individual, atividade em equipe e avaliação. Ao final da aplicação da metodologia ABE, os alunos relataram que as atividades contribuíram para um maior entendimento do conteúdo de ligações químicas e afirmaram que gostariam de estudar mais vezes utilizando esta metodologia. Nesse modelo, a colaboração e a interação foram fundamentais para contribuir com o desenvolvimento intelectual e social dos discentes. O uso da ABE contribuiu para o engajamento e motivação dos discentes do EJA diante da oportunidade de trabalhar em equipe e participar ativamente do processo de aprendizagem. </p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18879OS IMPACTOS DA PRECARIEDADE SANITÁRIA NA SAÚDE PÚBLICA: UMA ANÁLISE DAS INTERNAÇÕES POR DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NO AMAZONAS2025-11-01T01:42:47+00:00Lohaine Battisti Tedesco de Andradelohainedeandrade@gmail.comLenice Ypiranga Benevides de Araujo Vieira Sálenicebenevides@gmail.com<p class="s5"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Resumo:</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> O saneamento básico inadequado permanece como um dos principais determinantes de saúde no Brasil, com déficits graves na Região Norte. Este artigo analisa os impactos da precariedade da infraestrutura de saneamento nas condições de saúde da população do Amazonas com foco na morbimortalidade associada (Trata Brasil, 2022 e 2024). A pesquisa, de caráter descritivo, baseou-se em dados secundários de fontes oficiais, como IBGE, SNIS/SINISA e DATASUS (2022-2024). Foram analisados indicadores de cobertura de água e esgoto em contraste com as taxas de internações por Doenças Relacionadas ao Saneamento Inadequado DRSAI (DATASUS, 2024). Os resultados apontam que o Amazonas apresenta um cenário crítico, com taxa de 15,33 internações por 10 mil habitantes, superior à média nacional (Trata Brasil, 2024). As doenças gastrointestinais infecciosas representam a maior carga (5.459 internações), seguidas pelas arboviroses (998 internações) (DATASUS, 2024). Segundo os dados coletados no DATASUS (2024), dentre as regiões do interior, como o Baixo Amazonas (356,6) e o Alto Solimões (324) são observadas maiores médias de internação por município, evidenciando, portanto, uma forte desigualdade socioespacial. Conclui-se que o déficit de saneamento está diretamente relacionado à elevada carga de doenças e custos ao SUS, demandando políticas de infraestrutura como uma ação de saúde preventiva.</span></span></p> <p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Palavras-chave:</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> saneamento básico; saúde pública; morbimortalidade; desigualdade regional; Amazonas.</span></span></p> <p> </p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18566PASSOS SUSTENTÁVEIS NA TERRA QUE É NOSSA: UM OLHAR SOBRE A PEGADA ECOLÓGICA DOS ESTUDANTES DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS NO TOCANTINS2025-08-15T20:47:19+00:00Ana Mel Lucena Sousaana.mel@catolica-to.edu.brAndressa Brito Carvalhoandressa.bcarvalho@catolica-to.edu.brLorena de Sousa Teixeira Ferreiralorena.teixeira@catolica-to.edu.brMatheus da Silva Costamatheus.scosta@catolica-to.edu.brLeonardo dos Santos Bandeiraleo-sbandeira@hotmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Esta pesquisa tem o objetivo de identificar e analisar a Pegada Ecológica dos estudantes de Ciências Contábeis no estado do Tocantins, bem como seus hábitos de consumo. O método utilizado foi a aplicação de um questionário quantitativo, distribuído </span><em><span style="font-weight: 400;">online</span></em><span style="font-weight: 400;">, com perguntas relacionadas ao consumo de recursos naturais e à Pegada Ecológica. A amostra consistiu em 29 respostas válidas, tratadas com o </span><em><span style="font-weight: 400;">software</span></em><span style="font-weight: 400;"> Jamovi para análise dos dados. Os resultados indicam que a Pegada Ecológica média dos estudantes é de 5,54 hectares globais e seria necessário o equivalente a 3,33 planetas se todos vivessem como os estudantes da amostra. A maior parte da pegada é atribuída ao consumo de carbono. Os resultados apresentam implicações para a conscientização sobre o impacto ambiental e a necessidade de ações voltadas à sustentabilidade. Este trabalho contribui com a literatura ao fornecer dados quantitativos da Pegada Ecológica em um contexto específico da Amazônia Legal. Contribui também para a formação de profissionais mais conscientes sobre a sustentabilidade e para a sociedade ao fomentar discussões sobre práticas sustentáveis no cotidiano.</span></p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18763POTENCIAL BIOATIVO DE JATOBÁ-DO-CERRADO E JATOBÁ-DA-MATA SOBRE CRESCIMENTO RADICULAR DE Allium cepa2025-10-13T12:14:34+00:00Camila Valecamila.vale@ifgoiano.edu.br Isabela Marques da Silvaisabela.marques@estudante.ifgoiano.edu.brIsadora Gabrielle Silva Rezende isadora.rezende@estudante.ifgoiano.edu.br.edu.brDébora Martins Macêdo Nunes debora.macedo@estudante.ifgoiano.edu.brHeitor Emanuel da Cunha Cardoso heitor.emanuel@estudante.ifgoiano.edu.br<p>O gênero <em>Hymenaea</em> inclui espécies amplamente utilizadas na alimentação, na medicina tradicional e como bioinsumos agrícolas, embora ainda haja escassez de dados sobre seus efeitos tóxicos e citotóxicos. Este estudo avaliou a influência de <em>Hymenaea courbaril</em> (jatobá-da-mata) e <em>Hymenaea stigonocarpa</em> (jatobá-do-cerrado) sobre o crescimento radicular de <em>Allium cepa</em>. As raízes foram expostas a três concentrações (0,03; 0,06 e 0,09 mg/mL) dos extratos etanólicos foliares por 72 horas, utilizando-se água destilada como controle negativo e paracetamol (0,8 mg/mL) como controle positivo. O crescimento radicular e a morfologia foram analisados, e os dados submetidos ao teste t (p ≤ 0,05). <em>H. courbaril</em> não apresentou diferença significativa em 0,03 mg/mL, mas causou redução progressiva do crescimento radicular em 0,06 e 0,09 mg/mL, o que indicou efeito tóxico e citotóxico. Em contrapartida, <em>H. stigonocarpa</em> estimulou significativamente o crescimento radicular em todas as concentrações, o que sugere potencial bioestimulante. Os resultados apontam que <em>H. courbaril</em> requer uso cauteloso devido à toxicidade em maiores concentrações, enquanto <em>H. stigonocarpa</em> apresenta promissoras propriedades bioativas. O estudo reforça a importância de pesquisas toxicológicas e fisiológicas para o uso seguro e sustentável de espécies do gênero <em>Hymenaea</em> na alimentação, medicina e agricultura</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/19106A CANÇÃO COMO OBJETO DE CONHECIMENTO NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UMA ANÁLISE MULTISSEMIÓTICA2025-12-05T19:09:41+00:00Laura Miranda Castrolmcastro24@gmail.com<p>O presente artigo é oriundo das discussões empreendidas pelo Grupo de Estudos da Canção (GECAN), vinculado ao Núcleo de Estudos em Linguística Aplicada da UFSC e tem como objetivo apresentar uma proposta de prática educativa para as aulas de Língua Inglesa na Educação Básica, tendo como objeto de conhecimento a canção numa perspectiva multissemiótica. Os pressupostos teóricos que subsidiam esta pesquisa estão ancorados, dentre outros, em Bakhtin (2016) com conceito de gênero, Freire (2000, 2002, 2019, 2020) referente às práticas educativas libertadoras e Baltar <em>et al.</em> (2019, 2022, 2025) com a perspectiva de análise multissemiótica da canção. A pesquisa é de natureza qualitativa de cunho bibliográfica e como resultado apresenta uma prática educativa com a canção <em>Your Song </em>pensada para o 8º ano do Ensino Fundamental e usa como dispositivo analítico o Tetragrama de Análise Multissemiótica da Canção elaborado pelo GECAN, que considera habilidades constantes na BNCC para o componente de Língua Inglesa.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18877PSICOLOGIA E CRISE CLIMÁTICA: FORMAÇÃO ÉTICA E CUIDADO EM DESASTRES AMBIENTAIS2025-11-01T01:28:32+00:00Julia Vitória Castro da Silvajuliasilva2003s@gmail.comAnny Elise Bragamestrado.annyelise@outlook.com<p>As mudanças climáticas intensificam desastres ambientais e agravam desigualdades sociais, exigindo novas competências éticas e técnicas da Psicologia. Este estudo teórico-documental discute a atuação psicológica frente à crise climática e suas implicações para a saúde mental coletiva. A análise, fundamentada em documentos institucionais, pesquisas científicas e diretrizes internacionais (OMS, OPAS, CFP), evidencia que os impactos ambientais ultrapassam dimensões ecológicas, alcançando a subjetividade humana por meio de fenômenos como ecoansiedade, luto ecológico e racismo ambiental. A Psicologia dos Desastres emerge como campo essencial para prevenir traumas e promover resiliência em comunidades vulneráveis. Argumenta-se que a formação profissional ainda carece de preparo sistemático para lidar com emergências climáticas, restringindo-se a ações reativas. Conclui-se que a integração entre Psicologia, políticas públicas e educação ambiental é imprescindível para o fortalecimento da saúde mental coletiva. O estudo propõe uma atuação ética, preventiva e interdisciplinar, reafirmando o papel da Psicologia como ciência do cuidado e promotora de justiça socioambiental diante da emergência climática global.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/19009QUANDO O VERDE NÃO CONVENCE: O POTENCIAL DA TECNOLOGIA BLOCKCHAIN NO FORTALECIMENTO DOS TÍTULOS VERDES2025-11-27T16:29:17+00:00Fernanda Beatryz Rolim Tavaresnanda_sodi@hotmail.com<p>A busca por soluções financeiras que promovam o desenvolvimento sustentável tem impulsionado o crescimento dos títulos verdes, instrumentos destinados ao financiamento de projetos com benefícios ambientais. Apesar de sua relevância, esses títulos ainda enfrentam desafios relacionados à transparência, à padronização e à credibilidade, os quais podem comprometer sua legitimidade e dificultar a atração de investimentos. Nesse contexto, o presente estudo analisou, sob a ótica da Teoria da Legitimidade, como a tecnologia <em>blockchain</em> pode contribuir para o fortalecimento da integridade, da confiança e da transparência nas operações com títulos verdes. Trata-se de uma pesquisa teórica, com abordagem qualitativa, baseada em revisão de literatura nacional e internacional que abrange títulos verdes, Teoria da Legitimidade e aplicações de <em>blockchain</em> no setor financeiro. Os resultados indicam que a adoção do <em>blockchain</em> pode representar um avanço significativo para o mercado de títulos verdes ao aprimorar a transparência das transações, garantir a rastreabilidade dos recursos e reduzir os riscos de <em>greenwashing</em>. Esses benefícios contribuem para aumentar a confiança dos investidores e reforçar a legitimidade dos títulos verdes entre as partes interessadas. Conclui-se que a integração entre inovação tecnológica e finanças sustentáveis constitui um caminho estratégico para consolidar o mercado de títulos verdes, fomentar maiores investimentos em projetos ambientais e contribuir de forma efetiva para o alcance dos objetivos de desenvolvimento sustentável.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18943RACISMO ESTRUTURAL EM HUMAITÁ(AM): VOZES NEGRAS E RESISTÊNCIA COTIDIANA2025-11-21T19:11:59+00:00Amanda de Oliveira Caitanoamandacaita04@gmail.comAna Carolina Ferreira Prestesana18fp@gmail.comJhenifer M. Mendonçavaniamaria27947@gmail.comVânia Maria S. Belezavaniamaria27947@gmail.comJordeanes do Nascimento Araújo jordeanes@ufam.edu.br<p>Este artigo apresenta uma reflexão sobre o racismo estrutural a partir de entrevistas realizadas com moradores de Humaitá (AM). O objetivo é compreender como o racismo aparece no cotidiano, muitas vezes de forma silenciosa e velada, e como essas vivências influenciam a identidade, a autoestima e as oportunidades das pessoas negras. Para isso, o relatório reúne relatos reais de situações de preconceito, discriminação e injustiça, além de observações sobre as estratégias de resistência adotadas pelos entrevistados para enfrentar essas violências. O artigo também discute o desconhecimento da lei antirracismo e a dificuldade de acesso à justiça, elementos que ajudam a manter o ciclo de desigualdade racial. Ao unir teoria e experiência, este trabalho busca dar visibilidade às vozes negras da comunidade e incentivar a reflexão sobre a necessidade de ações educativas, políticas e sociais que promovam respeito, igualdade e consciência antirracista.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/educamazonia/article/view/18559SEXUALIDADE E ENVELHECIMENTO: UM ESTUDO QUALITATIVO COM HOMENS DE MEIA IDADE QUE FAZEM SEXO COM HOMENS NO INTERIOR DO AMAZONAS2025-08-15T10:54:49+00:00Carlos Emanuel Melquíades de Araújoemanoelgaut.579@gmail.comDaniel Cerdeira de Souzadancerdeira01@gmail.com<p>Objetivamos compreender os significados da sexualidade para homens que fazem sexo com homens (HSH) de meia idade no interior do Amazonas. Cinco HSH foram submetidos a uma entrevista semiestruturada. Os dados foram analisados via Análise Temática, possibilitando a construção de três temas: 1) Masculinidade e homonormatividade; 2) Homossexualidade e trabalho; 3) Mudanças na sexualidade. A homonormatividade interseccionada com a homofobia foram observadas, pois os participantes desvalorizavam a diversidade sexual e valorizavam aspectos da masculinidade heterossexual. No trabalho, a homonormatividade se mostra uma chave para que o HSH se mantenha no emprego. Foi observada a percepção de mudança na sexualidade conforme o avançar da idade, onde o fio condutor passou a ser a afetividade. A aproximação com os valores da masculinidade heterossexual fez com que os participantes não se identifiquem com a comunidade LGBT, culminando em sentimentos de solidão.</p>2026-01-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Educamazônia - Educação, Sociedade e Meio Ambiente