Síndrome de burnout em fisioterapeutas:
A Saúde Mental do Profissional de Fisioterapia
Palavras-chave:
Saúde Mental; Fisioterapia; Esgotamento Profissional; Síndrome de Burnout; Condições de Trabalho.Resumo
Objetivo: Sintetizar as evidências científicas sobre a prevalência, os fatores desencadeantes, as consequências e as estratégias de promoção da saúde mental de fisioterapeutas que atuam em ambientes laborais desgastantes. Método: Revisão integrativa conduzida nas bases PubMed, PsycINFO, SciELO, LILACS e Web of Science, utilizando descritores relacionados a "fisioterapia", "saúde mental", "esgotamento profissional" e "condições de trabalho". Período: 2014-2024. Resultados: A análise de [15] estudos revelou alta prevalência de Síndrome de Burnout, estresse, ansiedade e depressão entre fisioterapeutas atuantes em UTIs, emergências, oncologia e neurofuncional. Os principais fatores de risco incluem sobrecarga de trabalho, contato com sofrimento e morte, baixo suporte institucional e desvalorização profissional. As consequências abrangem desde prejuízos à saúde do trabalhador até a redução da qualidade da assistência prestada. Conclusões: A saúde mental do fisioterapeuta é gravemente impactada por ambientes de trabalho desgastantes. Urge a implementação de políticas institucionais de suporte, a valorização profissional e a criação de espaços de cuidado para esses trabalhadores, assegurando tanto seu bem-estar quanto a segurança do paciente. ·