//www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/issue/feed ANINC - Anuário do Instituto de Natureza e Cultura 2021-11-01T23:11:05+00:00 Ronaldo de Almeida anuarioinc@ufam.edu.br Open Journal Systems Multidisciplinaridade, Alto Solimões, Amazônia //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9242 PROCESSOS EDUCATIVOS E IDENTIDADES AMAZÔNICAS 2021-11-01T23:10:58+00:00 Hellen Cristina Picanço Simas india.parintintins@gmail.com Ligiane Pessoa dos Santos Bonifácio ligiane@ufam.edu.br <p>Não tem por ser apresentação</p> 2021-10-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Hellen Cristina Picanço Simas, Ligiane Pessoa dos Santos Bonifácio //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9166 A EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA E O ENSINO REMOTO EM TEMPOS DE PANDEMIA 2021-11-01T23:10:59+00:00 Cila Mariá Ferreira Fonseca de Oliveira cila.oliveira@unemat.br Giovana de Oliveira Ribeiro giovana.ifam2018@gmail.com <p>Devido à situação sanitária que assolou o mundo em 2020, em decorrência da pandemia do Coronavírus, as esferas públicas e privadas a nível nacional foram afetadas de inúmeras formas, desde o fechamento do comércio, o que gerou uma alta de desempregos, até o colapso da rede de saúde e a morte de centenas de pessoas vitimadas pelo novo vírus. No campo da Educação não foi diferente, porque com o fechamento das escolas e a suspensão das aulas, alunos, pais e professores temeram pela perda e prejuízo do ano letivo. Neste artigo abordaremos, primeiramente, sobre as comunidades indígenas atendidas pela Secretaria Municipal de Educação/SEMED na cidade de Manaus e os impactos provocados pelo novo vírus na continuidade do ensino e aprendizagem nestas comunidades. A partir desse contexto traçaremos uma reflexão acerca da solução viável utilizada para a continuidade da Educação Escolar Indígena promovida pela SEMED/Manaus através de sua Gerência de Educação Escolar Indígena/GEEI. Os procedimentos metodológicos centram-se na revisão de literatura e legislação educacional, e na observação das atividades de assessoramento pedagógico coordenadas pela GEEI, durante o período de pandemia, que acompanha 04 (quatro) Escolas Indígenas/EIs</p> 2021-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Cila Mariá Ferreira Fonseca de Oliveira, Giovana de Oliveira Ribeiro //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9168 NOTAS SOBRE EDUCAÇÃO “ESCOLARIZADA” E OS DESAFIOS PARA UMA EDUCAÇÃO DIFERENCIADA AWAETE-PARAKANÃ 2021-11-01T23:10:59+00:00 Ribamar Ribeiro Junior ribamar.sociologo@gmail.com <p>Este trabalho tem o objetivo de apresentar algumas reflexões sobre a educação escolarizada para os <em>Awaete-Parakanã</em> e os modos como buscam um ensino diferenciado. Propõe-se um olhar sobre os processos educativos desenvolvidos após o contato e os apontamentos sobre as demandas recentes por uma educação escolar indígena diferenciada, reivindicação dos <em>Awaete-Parakanã</em> para as instituições de ensino na região do Sudeste do Pará. Esta escrita reflete a ideia da constituição de um diagnóstico da situação de escolarização dos <em>Awaete-Parakanã</em>, havendo, portanto, um olhar cuidadoso em relação aos relatórios das assessorias e dos processos recentes de articulação que envolvem a experiência de construção de um projeto de ensino, conforme demanda dos <em>Awaete-Parakanã, </em>a partir da luta pela autonomia na gestão de seu território. Para tanto, vale ressaltar que é necessário abordar o processo de tutela e que também há um processo de transformação em curso, que parte da transição entre o fim do programa assistencialista e uma busca por autonomia que prevê, sobretudo, uma educação diferenciada que os ajude a se articular com o mundo dos <em>toria</em> (brancos).</p> 2021-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Ribamar Ribeiro Junior //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9169 ENTRE MEMES E STICKERS NA AMAZÔNIA: A CIRCULAÇÃO DE FOTOGRAFIAS CLANDESTINAS DE PROFESSORES NA CULTURA MIDIÁTICA 2021-11-01T23:11:00+00:00 Marcelo Rodrigo da Silva prof.marcelorodrigo@gmail.com Graciene Silva de Siqueira graciennesiqueira@gmail.com <p>Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa em andamento e tem o objetivo de propor uma reflexão acerca da difusão sem controle de fotografias clandestinas de professores do Instituto de Ciências Sociais, Educação e Zootecnia (Icsez) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), em Parintins-AM, que trafegam em redes sociais sob a forma de memes e <em>stickers</em> a partir do conceito de circulação discutido por Braga (2006 e 2017) e Fausto Neto (2011). Esta reflexão partiu da observação de casos pontuais, embora recorrentes, envolvendo a prática de captura de imagens de professores por alunos, sem autorização prévia, durante o cotidiano do exercício de suas profissões ou em atividades socias. Essas fotografias, adaptadas à linguagem e estética dos memes e <em>stickers</em>, carregadas de humor e ironia, são difundidas em mídias digitais, como aplicativos de mensagens instantâneas a exemplo do <em>Whatsapp</em>. Não se intenciona desenvolver uma discussão legalista em torno dessas práticas midiáticas. Contudo, pretende-se, a partir de uma revisão bibliográfica sobre os formatos midiáticos memes (Dawkins (2007); Shifman (2013) e Lima-Neto (2014)) e <em>stickers</em> (Paiva (2015) e Melo (2019)) e da observação dos casos, discutir questões como a ausência de controle sobre a difusão de fotografias digitais clandestinas na internet; as implicações desse modelo de produção midiática; e os impactos dessas novas formas de interação com a tecnologia em ambientes educacionais.&nbsp;&nbsp;</p> 2021-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Marcelo Rodrigo da Silva, Graciene Silva de Siqueira //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9291 LÁ (NÃO) EXISTE UMA TERRA PARA CHAMAR DE MINHA: UMA PROPOSTA CRÍTICO DECOLONIAL PARA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA. 2021-11-01T23:11:00+00:00 Maria Fernanda do Nascimento mafe.lt@outlook.com <p>O presente trabalho tem como objetivo promover reflexões acerca do ensino de língua portuguesa através de uma óptica curricular pós-crítica e decolonial. Para isso, adota-se a perspectiva da Linguística Aplicada Crítica (RAJAGOPALAN, 2003) e a concepção funcionalista-discursiva para o tratamento da linguagem na segunda etapa do Ensino Fundamental. Sendo assim, foi desenvolvida uma análise sobre as questões relacionadas ao ensino de Língua Portuguesa que abordam identidade indígena a partir dos documentos norteadores da educação brasileira e foram apresentados apontamentos para a construção de um ensino de língua integral na medida em que leve em consideração as teorias de currículo, as diferentes abordagens paradigmáticas do ensino e as concepções de língua(gem) mais adequadas para propiciar um ensino que considere as múltiplas identidades dos sujeitos</p> 2021-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Maria Fernanda do Nascimento //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9170 O ENSINO DE HISTÓRIA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: ENTRE TEORIAS, PRÁTICAS E METODOLOGIAS 2021-11-01T23:11:01+00:00 Luane Michelle Carvalho da Costa professoraluanemichelle@gmail.com <p>Este artigo tem a finalidade de apresentar algumas discussões sobre a importância do ensino de história nos anos iniciais do ensino fundamental, em que a participação do pedagogo enquanto professor regente em sala de aula é essencial para um ensino de história significativo, utilizando as teorias, práticas e metodologias que valorizem e reconheçam o aluno como ser histórico- cultural e autônomo. Um ser totalmente capaz de produzir e reproduzir saberes de maneira reflexiva, crítica e de forma consciente e participativa. No escopo do trabalho apontam-se questões sobre o ensino da história, do conhecimento histórico e as bases normativas e curriculares para o ensino de história nos anos iniciais. Além de reflexões sobre as práticas pedagógicas e a ação de um professor transformador. Como suporte teórico-metodológico utilizou-se documentos oficias: BNCC (2017); LDBEN nº 9394/1996; PCNs (1997) e alguns teóricos que abordam sobre a temática. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, realizada através da análise e revisão critica de literatura que permitiu constatar que no ensino de história nos anos iniciais ainda predomina práticas e metodologias docentes com algumas limitações e em padrões tradicionais, implicando no desenvolvimento de um ensino de história significativo.&nbsp; Este artigo é um recorte do trabalho de conclusão do curso de Segunda Licenciatura em Pedagogia do Centro Universitário Internacional- UNINTER.</p> 2021-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Luane Michelle Carvalho da Costa //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9171 A RELAÇÃO SER HUMANO-NATUREZA: UMA ANÁLISE DOS OLHARES DE PEDAGOGOS EM FORMAÇÃO INICIAL 2021-11-01T23:11:01+00:00 Francisdalva Malafaia Silva francisdalvamalafaia01@gmail.com Gilvânia Plácido Braule gilvania@ufam.edu.br Tânia Suely A. Brasileiro brasileirotania@gmail.com <p>Este estudo de caso buscou analisar as percepções e ações de graduandos da licenciatura em Pedagogia do INC-UFAM, sob a ótica da condição de seres humanos e suas relações com a natureza. Para tal, sua metodologia assume uma abordagem qualitativa, realizada por meio de observações, questionário <em>online</em> e grupo focal com trinta e oito graduandos. Os resultados apontam um sentimento de pertencimento da natureza exposto nas falas e ações cotidianas em sala de aula. Os pedagogos em formação demonstram conhecimento sobre a importância da manutenção de uma relação respeitosa e conservadora da natureza, contudo, ainda revelam a falta de hábitos de cuidados com o meio ambiente. Entender a relevância da relação do ser humano com a natureza é primordial para o desenvolvimento sustentável nos campos educacional, social e ambiental, sobretudo, no contexto da Amazônia.</p> 2021-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Francisdalva Malafaia Silva, Gilvânia Plácido Braule, Tânia Suely A. Brasileiro //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9292 SUJEITOS E SENTIDOS DO FESTIVAL FOLCLÓRICO DE PARINTINS NOS JORNAIS IMPRESSOS DAS DÉCADAS DE 80 E 90 2021-11-01T23:11:01+00:00 Jocifram Ramos Martins jocifraramartins@gmail.com Ilka Gabriela Barcelos dos Santos ilkagabrielabarcelos.10@gmail.com Thalyta da Silva Ferreira thalyta.ferreira@gmail.com Fernanda De Paula Siridó Marques fernandadpaulas@gmail.com <p>Este trabalho analisa, à luz da Análise de Discurso (AD) de filiação francesa, especialmente pela perspectiva de Eni Orlandi (2009), reportagens veiculadas em jornais impressos nas décadas de 1980 e 1990 (A Crítica, A Notícia, Amazonas Em Tempo, A Notícia e Jornal do Comércio), para conhecer e descrever como se dá nesses veículos a constituição discursiva dos sujeitos e dos sentidos do Festival Folclórico de Parintins.</p> 2021-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Jocifram Ramos Martins, Ilka Gabriela Barcelos dos Santos, Thalyta da Silva Ferreira , Fernanda De Paula Siridó Marques //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9172 UM ESTUDO SOBRE A REALIDADE SOCIOLINGUÍSTICA DE COMUNIDADES INDÍGENAS DE GOIÁS E DO AMAZONAS 2021-11-01T23:11:02+00:00 Nunes Xavier da Silva nunessofia@hotmail.com Ligiane Pessoa dos Santos Bonifácio ligiane@ufam.edu.br <p>Este trabalho tem como objetivo analisar a realidade sociolinguística de comunidades indígenas de Goiás e do Amazonas, com vistas à identificação do uso e função que exercem as línguas faladas em duas regiões distintas do Brasil, bem como a compreensão da dinâmica e motivação para que essa situação linguística figurasse nessas localidades. Por se tratar de uma investigações sobre realidade sociolinguística em comunidades de fala, este trabalho adotou como fundamento teórico os trabalhos Labov (2008 [1972]), Hamel (1984), entre outros.&nbsp; O desenho metodológico do estudo foi composto dos seguintes elementos: revisão bibliográfica, pesquisa etnográfica e participante, aplicação de questionários feitos por Bonifácio (2019) nas comunidades Bom Jardim do Passé e Vendaval, anotação em diários de campo, sistematização, comparação e análise dos dados, levando-se em consideração o fundamento teórico de nosso estudo. Como resultados, temos a seguinte realidade sociolinguística: no município de Aruanã, em Goiás, são utilizadas as línguas Inyrubé, Português Brasileiro, Libras e outras línguas de sinais, além de idiomas de estrangeiros imigrantes e de turistas que visitam a cidade. A língua oficial e de uso geral na cidade é o Português Brasileiro; Inyrubé é de uso restrito ao povo Iny nas duas terras indígenas, Buridina e Budburè. &nbsp;&nbsp;A paisagem sociolinguística da cidade de Aruanã contempla minimamente as línguas indígenas, com pouca presença do Iny. Há presença do Tupi no nome de algumas ruas e em estabelecimentos comerciais. Em Vendaval e em Bom Jardim do Passé, duas comunidades indígenas pertencentes ao município de São Paulo de Olivença, no Amazonas, apresentam realidades distintas entre si. Em Vendaval, uma das maiores comuidades indígenas do Amazonas, identificamos monolinguismo acentuado em Tikuna e, em Bom Jardim do Passé, uma das menores comunidades indígenas, identificamos uma situação de&nbsp; perda linguística do Tikuna, em detrimento do Tikuna, mas com uma tentativa de moradores de reverter essa situação linguística. Esperamos</p> 2021-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Nunes Xavier da Silva, Ligiane Pessoa dos Santos Bonifácio //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9173 VANTAGENS SOCIOECONÔMICAS DO ENSINO À DISTÂNCIA PARA OS ESTUDANTES DE ENSINO SUPERIOR DE CIDADES DE PEQUENO PORTE 2021-11-01T23:11:02+00:00 Vladimir Ferreira Lucio da Silva vlazius@gmail.com <p>O acesso ao ensino superior ainda é bastante restrito em algumas cidades do nosso país. Muitas vezes, os universitários, por não serem ofertados em sua cidade os cursos que desejam concluir, têm de se deslocar para outros municípios, perdendo horas de seu dia durante viagens de ida e volta e gerando gastos elevados com transporte. Este é o caso da cidade de São Bento – PB. Muitos dos estudantes utilizam do transporte público da cidade para se deslocar até cidades como Caicó – RN e Patos – PB, pois nessas cidades são ofertados cursos que não são ofertados na própria São Bento. Além dos problemas citados, em 2020 houve a pandemia de COVID-19, provocada pelo vírus Sars-Cov-2, que prejudicou bastante o ensino presencial, fazendo com que tanto os docentes quanto os discentes tivessem de se adaptar ao ensino à distância, ou mesmo ao método híbrido de ensino, que alterna entre o ensino presencial e o ensino virtual. Este artigo tem como propósito mostrar as vantagens socioeconômicas do ensino à distância para cidades de pequeno porte, apresentando uma melhor economicidade, uma educação mais inclusiva, mais produtiva por tornar o tempo do aluno menos ocioso, e mais segura diante da pandemia de COVID-19. Para este trabalho foram extraídos dados da transparência do município de São Bento, e dados geográficos obtidos através da ferramenta <em>Google Maps</em> com o intuito de formular a problematização. Foi utilizada também a plataforma virtual da Universidade Cruzeiro do Sul como exemplo de ensino à distância.</p> 2021-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Vladimir Ferreira Lucio da Silva //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9952 A INVISIBILIDADE DA DISCUSSÃO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA NO AMAZONAS 2021-11-01T23:11:03+00:00 Reinaldo Oliveira de Menezes reinaldo_bamn01@hotmail.com Hellen Cristina Picanço Simas india.parintintins@gmail.com <p>O respectivo trabalho tem o objetivo de debater a invisibilidade das discussões acerca da Política de Educação<br>Especial no contexto da Educação Escolar Indígena na região amazônica, sobretudo, no Amazonas. Os métodos<br>bibliográfico e documental foram eleitos para desenvolver a pesquisa. Faz-se uso de uma abordagem qualitativa, que busca compreender os sentidos e os significados das questões apresentadas no trabalho, no que diz respeito à interface entre Educação Especial e a Educação Escolar Indígena. Como resultado, observou-se que a atual política educacional, por mais que preconize a interface Educação Especial na Educação Indígena, não possui orientações específicas para o processo de atendimento especializado aos povos indígenas. A invisibilidade dessa discussão está relacionada à falta de elaboração de políticas públicas específicas sobre educação especial que considere as particularidades dos povos indígenas no que tange às diversidades culturais. Sendo assim, a atual política de Educação Especial segue padrões da cultura dominante não indígena, distinta das culturas dos povos indígenas (BANIWA, 2019).</p> 2021-11-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Reinaldo Oliveira de Menezes, Hellen Cristina Picanço Simas //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9167 FORMAÇÃO DE PROFESSORES YANOMAMI: UM PROJETO DIFERENCIADO 2021-11-01T23:11:03+00:00 Márcia Josane de Oliveira Lira marcialira@ufam.edu.br Valeria Augusta Cerqueira de M. Weigel valeriaweigel@hotmail.com Luciane Rocha Paes lucianerochapaes23@gmail.com <p>Este estudo pretendeu analisar a formação de professores Yanomami enquanto projeto diferenciado, investigação oriunda de Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Amazonas. Tratou-se de uma pesquisa Bibliográfica e Documental, de natureza qualitativa. As análises mostraram que os processos de formação se beneficiariam com uma imersão dos professores formadores e consultores napë na cultura e língua Yanomami, para terem ao menos uma ideia das possibilidades de interação e melhor planejar suas atividades, pois os relatórios registraram expectativas “frustradas”, diante da impossibilidade de interações diretas, com relatos de inviabilização de processos proveitosos de interculturalidade. Como qualquer projeção educacional, o conhecimento precisa ser contextualizado, o que demanda tempo e foco no objeto, todavia há muitos conhecimentos construídos pelos Yanomami e profissionais da SECOYA, que têm grande familiaridade com a interculturalidade na prática das vivências nos xapono, necessitando, porém, discutir como tirar proveito dessas zonas interculturais no espaço da escola.</p> 2021-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Márcia Josane de Oliveira Lira, Valeria Augusta Cerqueira de M. Weigel, Luciane Rocha Paes //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9240 COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA, PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO E AMBIENTE VIRTUAIS: UM ESTUDO PROPEDÊUTICO 2021-11-01T23:11:04+00:00 Hellen Cristina Picanço Simas india.parintintins@gmail.com Luiz Fernando Correia de Almeida luizfernanalmeida@gmail.com <p>A comunicação científica tem sido modificada pelas tecnologias da informação e comunicação, e democratizada com a ciência aberta. A produção de conhecimento tem crescido devido à rede e as técnicas que têm possibilitado um ambiente colaborativo em que todos contribuem e produzem, ocasionado a queda da fronteira entre produtores e consumidores de informação. O método adotado neste trabalho é a cartografia, em que observa as relações de aproximações e de ressignificação entre as categorias: “comunicação científica”, “produção de conhecimento” e “ambientes virtuais”. Para isso foi realizada uma fundamentação teórica para buscar consolidar o objetivo de desenvolver um estudo propedêutico sobre a comunicação científica e a produção de conhecimento viabilizado por meio de ambientes virtuais. Assim, fica observado que as técnicas têm cada vez mais modificado e aproximado as categorias apresentadas aqui, causando crise e novas estruturas de comunicar a ciência.</p> 2021-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Hellen Cristina Picanço Simas, Luiz Fernando Correia de Almeida //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ANINC/article/view/9243 REPERCUSSÃO DA PRÁTICA DO TEATRO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE ALUNOS DE UMA ESCOLA DE TERRA-FIRME NO MUNICÍPIO DE PARINTINS-AM 2021-11-01T23:11:04+00:00 Adria Helena Xavier Albuquerque adriaalbuquerque057@gmail.com Aldo Albuquerque albuquerquealdo51@outlook.com Marinez França de Souza marinezfs@ufam.edu.br <p>O presente artigo apresenta algumas possibilidades metodológicas para a prática teatral em escolas do campo, realizada com alunos do Ensino Fundamental II de uma escola de terra-firme da Comunidade de “Nossa Senhora de Nazaré do Zé Açú”, localizada na zona rural do município de Parintins, no interior do estado do Amazonas. O objetivo desse trabalho foi identificar como a sistematização do uso de técnicas do teatro pode potencializar o processo de ensino e aprendizagem desses grupos. A investigação partiu da problemática envolvendo a necessidade de estimular uma prática teatral com ênfase no desenvolvimento intelectual e sociocultural dos alunos e não somente direcionada à atividades recreativas. Assim sendo, definiu-se como objetivos específicos:&nbsp; realizar um levantamento bibliográfico acerca das técnicas de Jogos <em>Teatrais de Spolin </em>e das técnicas de<em> Representação de</em> <em>Burnier</em>;&nbsp; aplicar as metodologias destas técnicas através de Oficinas de Teatro visando estimular as habilidades dos alunos na construção de um roteiro contendo local, enredo, personagens, ação e diálogos definidos em grupo e contextualizados com a realidade da comunidade em que vivem, e; relacionar e avaliar os benefícios e dificuldades encontrados pelos alunos durante o processo de adaptação as técnicas teatrais. O estudo tem por justificativa a relevância sociocultural em valorizar as tradições do homem amazônida e a relevância educacional em estimular a prática do teatro na escola. A metodologia da pesquisa é norteada pelo Método Dedutivo, de natureza aplicada e de abordagem qualitativa do tipo explicativa com procedimentos de pesquisa de campo, na modalidade de pesquisa-ação com amostragem não probabilística. Os dados foram coletados por meio de observação participante, registro de caderno de campo e entrevistas com os alunos e comunitários. Quanto aos resultados, espera-se que o estudo possa contribuir para os educadores da área da Pedagogia no município de Parintins-Am, bem como os demais pesquisadores de outras áreas educacionais ou artísticas que tem interesse pelo tema.</p> 2021-11-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Adria Helena Xavier Albuquerque, Aldo Albuquerque, Marinez França de Souza